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A escolha correta da balança é imprescindível para realização de uma medida precisa. As massas de 10 g, 0,1 g, 0,01 g, 0,0001 g devem ser medidas, respectivamente, nas seguintes balanças:
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Das transformações abaixo, aquela que representa um fenômeno físico é:
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Para aumentar o tempo de validade de determinados alimentos processados, as embalagens são hermeticamente fechadas. Com relação ao tempo de validade dos alimentos, é CORRETO afirmar que:
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O magnésio é muito importante para o funcionamento normal das células, nervos e músculos. A deficiência de magnésio é suprida através de uma dieta equilibrada ou pela ingestão de cloreto de magnésio (Massa molar 95,211 g moL-1).
A massa de cloreto de magnésio necessária para preparar 100 mL de uma solução aquosa 0,20 M é de, aproximadamente:
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Pipeta volumétrica é um instrumento de vidro empregado para medidas precisas de volumes de líquidos. Sobre a utilização da pipeta volumétrica, é INCORRETO afirmar que:
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A realização de medidas precisas de volumes de líquidos em laboratório é feita com o auxílio da seguinte vidraria:
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O dióxido de enxofre (SO2) emitido pelas indústrias e veículos movidos a combustíveis fosseis é um dos responsáveis pela chuva ácida, que provoca a acidificação de ecossistemas aquáticos e dos solos. A fórmula da substância formada quando o dióxido de enxofre reage na atmosfera é:
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Algumas substâncias químicas são facilmente encontradas no comércio. É o caso do ácido clorídrico (HCl) e bicarbonato de sódio (NaHCO3). A reação que ocorre entre essas duas substâncias é conhecida como:
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O laboratório é um local de potencial risco, e equipamentos de proteção individual (EPIs) são utilizados como medida de segurança. Assinale a alternativa que apresenta uma afirmativa INCORRETA quanto à utilização dos EPIs:
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O assalto
Na feira, a gorda senhora protestou a altos brados contra o preço do chuchu:
— Isto é um assalto!
Houve um rebuliço. Os que estavam perto fugiram. Alguém, correndo, foi chamar o guarda. Um minuto depois, a rua inteira, atravancada, mas provida de um admirável serviço de comunicação espontânea, sabia que se estava perpetrando um assalto ao banco. Mas que banco? Havia banco naquela rua? Evidente que sim, pois do contrário como poderia ser assaltado?
— Um assalto! Um assalto! — a senhora continuava a exclamar, e quem não tinha escutado, escutou, multiplicando a notícia. Aquela voz subindo do mar de barracas e legumes era como a própria sirena policial, documentando, por seu uivo, a ocorrência grave, que fatalmente se estaria consumando ali, na claridade do dia, sem que ninguém pudesse evitá-la. [...]
— Olha o assalto! Tem um assalto ali adiante!
O ônibus na rua transversal parou para assuntar. Passageiros ergueram-se, puseram o nariz para fora. Não se via nada. O motorista desceu, desceu o trocador, um passageiro advertiu:
— No que você vai a fim do assalto, eles assaltam sua caixa.
Ele nem escutou. Então os passageiros também acharam de bom alvitre abandonar o veículo, na ânsia de saber, que vem movendo o homem, desde a idade da pedra até a idade do módulo lunar.
Outros ônibus pararam, a rua entupiu.
— Melhor. Todas as ruas estão bloqueadas. Assim eles não podem dar no pé.
— É uma mulher que chefia o bando!
— Já sei. A tal dondoca loira.
— A loura assalta em São Paulo. Aqui é morena.
— Uma gorda. Está de metralhadora. Eu vi.
— Minha Nossa Senhora, o mundo está virado!
— Vai ver que está caçando é marido.
— Não brinca numa hora dessas. Olha aí sangue escorrendo!
— Sangue nada, é tomate.
Na confusão, circularam notícias diversas. O assalto fora a uma joalheria, as vitrinas tinham sido esmigalhadas a bala. E havia joias pelo chão, braceletes, relógios. O que os bandidos não levaram, na pressa, era agora objeto de saque popular. Morreram no mínimo duas pessoas, e três estavam gravemente feridas.
Barracas derrubadas assinalavam o ímpeto da convulsão coletiva. Era preciso abrir caminho a todo custo. No rumo do assalto, para ver, e no rumo contrário, para escapar. Os grupos divergentes chocavam-se, e às vezes trocavam de direção; quem fugia dava marcha à ré, quem queria espiar era arrastado pela massa oposta. Os edifícios de apartamentos tinham fechado suas portas, logo que o primeiro foi invadido por pessoas que pretendiam, ao mesmo tempo, salvar o pelo e contemplar lá de cima. Janelas e balcões apinhados de moradores, que gritavam:
— Pega! Pega! Correu pra lá!
— Olha ela ali!
— Eles entraram na Kombi ali adiante!
— É um mascarado! Não, são dois mascarados!
Ouviu-se nitidamente o pipocar de uma metralhadora, a pequena distância. Foi um deitar no chão geral, e como não havia espaço uns caíam por cima de outros. Cessou o ruído. Voltou. Que assalto era esse, dilatado no tempo, repetido, confuso?
— Olha o diabo daquele escurinho tocando matraca! E a gente com dor de barriga, pensando que era metralhadora!
Caíram em cima do garoto, que soverteu na multidão. A senhora gorda apareceu, muito vermelha, protestando sempre:
— É um assalto! Chuchu por aquele preço é um verdadeiro assalto!
(ANDRADE, Carlos Drummond de. 70 historinhas. 3. ed. Rio de Janeiro: Record, 1994. p. 13-14.)
A alternativa em que está CORRETA a pontuação da sentença é:
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