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Analise as afirmativas a seguir sobre as funções do “Layout da Página” do Word 2010 e assinale V para as verdadeiras e F para as falsas.
( ) Oferece a facilidade de escolher o tipo e o tamanho da fonte do documento.
( ) Permite que se escolha a orientação da página para um documento.
( ) Permite ao usuário definir os tamanhos das margens do documento inteiro.
Assinale a sequência CORRETA.
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Assinale a alternativa que apresenta um programa de computador que não é um acessório do Windows 10.
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Professor ribeirinho do Amazonas concorre ao ‘Prêmio Nobel’ da Educação
Projeto que abastece a comunidade com água limpa rendeu ao professor uma indicação ao Global Teacher Prize.
No interior do Amazonas, um professor tem feito a diferença em sua comunidade. Formado em Ciência, com especialização no ensino de Biologia, o professor Valter Pereira de Menezes, de 46 anos, está transformando a comunidade ribeirinha de Santo Antônio do Tracajá, na zona rural de Parintins, no interior do Amazonas.
Tudo começou em 2014, quando um aluno levantou o questionamento: “Por que os casos de diarreia na nossa região aumentavam em período de seca e cheia?”. Segundo o professor, a água que abastecia a comunidade vinha de um poço artesiano, porém o fornecimento não era encanado.
“Sem o esgotamento sanitário, todos os dejetos humanos acabavam parando no lençol freático, contaminando a fonte de água e causando o aumento de casos de diarreia durante a subida e descida das águas do rio”, explica o professor.
Valter começou a pesquisar sobre a problemática da água para encontrar alguma solução. Com o apoio de duas organizações não governamentais, ele e seus alunos instalaram 180 filtros bioativos de areia nas casas das famílias que não tinham acesso à água encanada. Foi assim que surgiu o projeto “Água limpa para os curumins do Tracajá”. “Nosso objetivo era levar água potável do poço artesiano para as famílias que não tinham acesso. Foi aí que o projeto entrou em ação, levando melhorias sanitárias e construindo fossas e banheiros, além dos filtros bioativos de areia. Construímos 20 fossas”, disse Valter.
A ideia era incrível, mas eles teriam que resolver outro problema. Em 10 a 15 anos, as fossas estariam cheias. Onde as famílias jogariam os dejetos? A resposta para essa pergunta veio do experimento de um biólogo com fossas biológicas de bananeira que o professor conheceu em um seminário em Anápolis, Goiás. “A bananeira é a grande responsável. Os líquidos caem pelos lados e, como a bananeira requer água, ela faz o esgotamento sanitário. A própria raiz da bananeira suga todo o líquido da fossa. A raiz da bananeira faz a simbiose, filtra. Até chegar ao fruto, a água está filtrada”, detalhou Valter.
O projeto foi escolhido como uma das 50 melhores iniciativas educacionais do mundo e rendeu a Valter uma indicação ao prêmio Global Teacher Prize, considerado o “Prêmio Nobel” da Educação, que reconhece iniciativas educacionais inovadoras ao redor do planeta. [...]
Disponível em: <http://razoesparaacreditar.com/educacao/professor-ribeirinho-do-amazonas-concorre-ao-premio-nobel-da-educacao/>. Acesso em: 22 fev. 2017 (Adaptação).
Considere as palavras a seguir, retiradas do texto.
sanitárias / prêmio / problemática / potável
Assinale a alternativa que apresenta a palavra acentuada por uma razão diferente das demais.
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Professor ribeirinho do Amazonas concorre ao ‘Prêmio Nobel’ da Educação
Projeto que abastece a comunidade com água limpa rendeu ao professor uma indicação ao Global Teacher Prize.
No interior do Amazonas, um professor tem feito a diferença em sua comunidade. Formado em Ciência, com especialização no ensino de Biologia, o professor Valter Pereira de Menezes, de 46 anos, está transformando a comunidade ribeirinha de Santo Antônio do Tracajá, na zona rural de Parintins, no interior do Amazonas.
Tudo começou em 2014, quando um aluno levantou o questionamento: “Por que os casos de diarreia na nossa região aumentavam em período de seca e cheia?”. Segundo o professor, a água que abastecia a comunidade vinha de um poço artesiano, porém o fornecimento não era encanado.
“Sem o esgotamento sanitário, todos os dejetos humanos acabavam parando no lençol freático, contaminando a fonte de água e causando o aumento de casos de diarreia durante a subida e descida das águas do rio”, explica o professor.
Valter começou a pesquisar sobre a problemática da água para encontrar alguma solução. Com o apoio de duas organizações não governamentais, ele e seus alunos instalaram 180 filtros bioativos de areia nas casas das famílias que não tinham acesso à água encanada. Foi assim que surgiu o projeto “Água limpa para os curumins do Tracajá”. “Nosso objetivo era levar água potável do poço artesiano para as famílias que não tinham acesso. Foi aí que o projeto entrou em ação, levando melhorias sanitárias e construindo fossas e banheiros, além dos filtros bioativos de areia. Construímos 20 fossas”, disse Valter.
A ideia era incrível, mas eles teriam que resolver outro problema. Em 10 a 15 anos, as fossas estariam cheias. Onde as famílias jogariam os dejetos? A resposta para essa pergunta veio do experimento de um biólogo com fossas biológicas de bananeira que o professor conheceu em um seminário em Anápolis, Goiás. “A bananeira é a grande responsável. Os líquidos caem pelos lados e, como a bananeira requer água, ela faz o esgotamento sanitário. A própria raiz da bananeira suga todo o líquido da fossa. A raiz da bananeira faz a simbiose, filtra. Até chegar ao fruto, a água está filtrada”, detalhou Valter.
O projeto foi escolhido como uma das 50 melhores iniciativas educacionais do mundo e rendeu a Valter uma indicação ao prêmio Global Teacher Prize, considerado o “Prêmio Nobel” da Educação, que reconhece iniciativas educacionais inovadoras ao redor do planeta. [...]
Disponível em: <http://razoesparaacreditar.com/educacao/professor-ribeirinho-do-amazonas-concorre-ao-premio-nobel-da-educacao/>. Acesso em: 22 fev. 2017 (Adaptação).
INSTRUÇÃO: Releia o trecho a seguir para responder à questão.
“Sem o esgotamento sanitário, todos os dejetos humanos acabavam parando no lençol freático, contaminando a fonte de água e causando o aumento de casos de diarreia durante a subida e descida das águas do rio”, explica o professor.
Assinale a alternativa em que a separação silábica está INCORRETA.
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Professor ribeirinho do Amazonas concorre ao ‘Prêmio Nobel’ da Educação
Projeto que abastece a comunidade com água limpa rendeu ao professor uma indicação ao Global Teacher Prize.
No interior do Amazonas, um professor tem feito a diferença em sua comunidade. Formado em Ciência, com especialização no ensino de Biologia, o professor Valter Pereira de Menezes, de 46 anos, está transformando a comunidade ribeirinha de Santo Antônio do Tracajá, na zona rural de Parintins, no interior do Amazonas.
Tudo começou em 2014, quando um aluno levantou o questionamento: “Por que os casos de diarreia na nossa região aumentavam em período de seca e cheia?”. Segundo o professor, a água que abastecia a comunidade vinha de um poço artesiano, porém o fornecimento não era encanado.
“Sem o esgotamento sanitário, todos os dejetos humanos acabavam parando no lençol freático, contaminando a fonte de água e causando o aumento de casos de diarreia durante a subida e descida das águas do rio”, explica o professor.
Valter começou a pesquisar sobre a problemática da água para encontrar alguma solução. Com o apoio de duas organizações não governamentais, ele e seus alunos instalaram 180 filtros bioativos de areia nas casas das famílias que não tinham acesso à água encanada. Foi assim que surgiu o projeto “Água limpa para os curumins do Tracajá”. “Nosso objetivo era levar água potável do poço artesiano para as famílias que não tinham acesso. Foi aí que o projeto entrou em ação, levando melhorias sanitárias e construindo fossas e banheiros, além dos filtros bioativos de areia. Construímos 20 fossas”, disse Valter.
A ideia era incrível, mas eles teriam que resolver outro problema. Em 10 a 15 anos, as fossas estariam cheias. Onde as famílias jogariam os dejetos? A resposta para essa pergunta veio do experimento de um biólogo com fossas biológicas de bananeira que o professor conheceu em um seminário em Anápolis, Goiás. “A bananeira é a grande responsável. Os líquidos caem pelos lados e, como a bananeira requer água, ela faz o esgotamento sanitário. A própria raiz da bananeira suga todo o líquido da fossa. A raiz da bananeira faz a simbiose, filtra. Até chegar ao fruto, a água está filtrada”, detalhou Valter.
O projeto foi escolhido como uma das 50 melhores iniciativas educacionais do mundo e rendeu a Valter uma indicação ao prêmio Global Teacher Prize, considerado o “Prêmio Nobel” da Educação, que reconhece iniciativas educacionais inovadoras ao redor do planeta. [...]
Disponível em: <http://razoesparaacreditar.com/educacao/professor-ribeirinho-do-amazonas-concorre-ao-premio-nobel-da-educacao/>. Acesso em: 22 fev. 2017 (Adaptação).
INSTRUÇÃO: Releia o trecho a seguir para responder à questão.
“Sem o esgotamento sanitário, todos os dejetos humanos acabavam parando no lençol freático, contaminando a fonte de água e causando o aumento de casos de diarreia durante a subida e descida das águas do rio”, explica o professor.
Considerando esse trecho, assinale a alternativa INCORRETA.
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Professor ribeirinho do Amazonas concorre ao ‘Prêmio Nobel’ da Educação
Projeto que abastece a comunidade com água limpa rendeu ao professor uma indicação ao Global Teacher Prize.
No interior do Amazonas, um professor tem feito a diferença em sua comunidade. Formado em Ciência, com especialização no ensino de Biologia, o professor Valter Pereira de Menezes, de 46 anos, está transformando a comunidade ribeirinha de Santo Antônio do Tracajá, na zona rural de Parintins, no interior do Amazonas.
Tudo começou em 2014, quando um aluno levantou o questionamento: “Por que os casos de diarreia na nossa região aumentavam em período de seca e cheia?”. Segundo o professor, a água que abastecia a comunidade vinha de um poço artesiano, porém o fornecimento não era encanado.
“Sem o esgotamento sanitário, todos os dejetos humanos acabavam parando no lençol freático, contaminando a fonte de água e causando o aumento de casos de diarreia durante a subida e descida das águas do rio”, explica o professor.
Valter começou a pesquisar sobre a problemática da água para encontrar alguma solução. Com o apoio de duas organizações não governamentais, ele e seus alunos instalaram 180 filtros bioativos de areia nas casas das famílias que não tinham acesso à água encanada. Foi assim que surgiu o projeto “Água limpa para os curumins do Tracajá”. “Nosso objetivo era levar água potável do poço artesiano para as famílias que não tinham acesso. Foi aí que o projeto entrou em ação, levando melhorias sanitárias e construindo fossas e banheiros, além dos filtros bioativos de areia. Construímos 20 fossas”, disse Valter.
A ideia era incrível, mas eles teriam que resolver outro problema. Em 10 a 15 anos, as fossas estariam cheias. Onde as famílias jogariam os dejetos? A resposta para essa pergunta veio do experimento de um biólogo com fossas biológicas de bananeira que o professor conheceu em um seminário em Anápolis, Goiás. “A bananeira é a grande responsável. Os líquidos caem pelos lados e, como a bananeira requer água, ela faz o esgotamento sanitário. A própria raiz da bananeira suga todo o líquido da fossa. A raiz da bananeira faz a simbiose, filtra. Até chegar ao fruto, a água está filtrada”, detalhou Valter.
O projeto foi escolhido como uma das 50 melhores iniciativas educacionais do mundo e rendeu a Valter uma indicação ao prêmio Global Teacher Prize, considerado o “Prêmio Nobel” da Educação, que reconhece iniciativas educacionais inovadoras ao redor do planeta. [...]
Disponível em: <http://razoesparaacreditar.com/educacao/professor-ribeirinho-do-amazonas-concorre-ao-premio-nobel-da-educacao/>. Acesso em: 22 fev. 2017 (Adaptação).
INSTRUÇÃO: Releia o trecho a seguir para responder à questão.
“O projeto foi escolhido como uma das 50 melhores iniciativas educacionais do mundo e rendeu a Valter uma indicação ao prêmio Global Teacher Prize, considerado o “Prêmio Nobel” da Educação, que reconhece iniciativas educacionais inovadoras ao redor do planeta.”
Considerando esse trecho, assinale a alternativa CORRETA.
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Professor ribeirinho do Amazonas concorre ao ‘Prêmio Nobel’ da Educação
Projeto que abastece a comunidade com água limpa rendeu ao professor uma indicação ao Global Teacher Prize.
No interior do Amazonas, um professor tem feito a diferença em sua comunidade. Formado em Ciência, com especialização no ensino de Biologia, o professor Valter Pereira de Menezes, de 46 anos, está transformando a comunidade ribeirinha de Santo Antônio do Tracajá, na zona rural de Parintins, no interior do Amazonas.
Tudo começou em 2014, quando um aluno levantou o questionamento: “Por que os casos de diarreia na nossa região aumentavam em período de seca e cheia?”. Segundo o professor, a água que abastecia a comunidade vinha de um poço artesiano, porém o fornecimento não era encanado.
“Sem o esgotamento sanitário, todos os dejetos humanos acabavam parando no lençol freático, contaminando a fonte de água e causando o aumento de casos de diarreia durante a subida e descida das águas do rio”, explica o professor.
Valter começou a pesquisar sobre a problemática da água para encontrar alguma solução. Com o apoio de duas organizações não governamentais, ele e seus alunos instalaram 180 filtros bioativos de areia nas casas das famílias que não tinham acesso à água encanada. Foi assim que surgiu o projeto “Água limpa para os curumins do Tracajá”. “Nosso objetivo era levar água potável do poço artesiano para as famílias que não tinham acesso. Foi aí que o projeto entrou em ação, levando melhorias sanitárias e construindo fossas e banheiros, além dos filtros bioativos de areia. Construímos 20 fossas”, disse Valter.
A ideia era incrível, mas eles teriam que resolver outro problema. Em 10 a 15 anos, as fossas estariam cheias. Onde as famílias jogariam os dejetos? A resposta para essa pergunta veio do experimento de um biólogo com fossas biológicas de bananeira que o professor conheceu em um seminário em Anápolis, Goiás. “A bananeira é a grande responsável. Os líquidos caem pelos lados e, como a bananeira requer água, ela faz o esgotamento sanitário. A própria raiz da bananeira suga todo o líquido da fossa. A raiz da bananeira faz a simbiose, filtra. Até chegar ao fruto, a água está filtrada”, detalhou Valter.
O projeto foi escolhido como uma das 50 melhores iniciativas educacionais do mundo e rendeu a Valter uma indicação ao prêmio Global Teacher Prize, considerado o “Prêmio Nobel” da Educação, que reconhece iniciativas educacionais inovadoras ao redor do planeta. [...]
Disponível em: <http://razoesparaacreditar.com/educacao/professor-ribeirinho-do-amazonas-concorre-ao-premio-nobel-da-educacao/>. Acesso em: 22 fev. 2017 (Adaptação).
INSTRUÇÃO: Releia o trecho a seguir para responder à questão.
“O projeto foi escolhido como uma das 50 melhores iniciativas educacionais do mundo e rendeu a Valter uma indicação ao prêmio Global Teacher Prize, considerado o “Prêmio Nobel” da Educação, que reconhece iniciativas educacionais inovadoras ao redor do planeta.”
Segundo o dicionário Michaelis, gramaticalmente, sujeito é o “termo da oração de quem se diz alguma coisa e com o qual o verbo concorda”.
Considerando essa definição, o sujeito do verbo “render”, nesse trecho, é:
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Professor ribeirinho do Amazonas concorre ao ‘Prêmio Nobel’ da Educação
Projeto que abastece a comunidade com água limpa rendeu ao professor uma indicação ao Global Teacher Prize.
No interior do Amazonas, um professor tem feito a diferença em sua comunidade. Formado em Ciência, com especialização no ensino de Biologia, o professor Valter Pereira de Menezes, de 46 anos, está transformando a comunidade ribeirinha de Santo Antônio do Tracajá, na zona rural de Parintins, no interior do Amazonas.
Tudo começou em 2014, quando um aluno levantou o questionamento: “Por que os casos de diarreia na nossa região aumentavam em período de seca e cheia?”. Segundo o professor, a água que abastecia a comunidade vinha de um poço artesiano, porém o fornecimento não era encanado.
“Sem o esgotamento sanitário, todos os dejetos humanos acabavam parando no lençol freático, contaminando a fonte de água e causando o aumento de casos de diarreia durante a subida e descida das águas do rio”, explica o professor.
Valter começou a pesquisar sobre a problemática da água para encontrar alguma solução. Com o apoio de duas organizações não governamentais, ele e seus alunos instalaram 180 filtros bioativos de areia nas casas das famílias que não tinham acesso à água encanada. Foi assim que surgiu o projeto “Água limpa para os curumins do Tracajá”. “Nosso objetivo era levar água potável do poço artesiano para as famílias que não tinham acesso. Foi aí que o projeto entrou em ação, levando melhorias sanitárias e construindo fossas e banheiros, além dos filtros bioativos de areia. Construímos 20 fossas”, disse Valter.
A ideia era incrível, mas eles teriam que resolver outro problema. Em 10 a 15 anos, as fossas estariam cheias. Onde as famílias jogariam os dejetos? A resposta para essa pergunta veio do experimento de um biólogo com fossas biológicas de bananeira que o professor conheceu em um seminário em Anápolis, Goiás. “A bananeira é a grande responsável. Os líquidos caem pelos lados e, como a bananeira requer água, ela faz o esgotamento sanitário. A própria raiz da bananeira suga todo o líquido da fossa. A raiz da bananeira faz a simbiose, filtra. Até chegar ao fruto, a água está filtrada”, detalhou Valter.
O projeto foi escolhido como uma das 50 melhores iniciativas educacionais do mundo e rendeu a Valter uma indicação ao prêmio Global Teacher Prize, considerado o “Prêmio Nobel” da Educação, que reconhece iniciativas educacionais inovadoras ao redor do planeta. [...]
Disponível em: <http://razoesparaacreditar.com/educacao/professor-ribeirinho-do-amazonas-concorre-ao-premio-nobel-da-educacao/>. Acesso em: 22 fev. 2017 (Adaptação).
Analise o trecho a seguir.
“Segundo o professor, a água que abastecia a comunidade vinha de um poço artesiano, porém o fornecimento não era encanado.”
Em relação à oração principal, a palavra destacada introduz a ideia de:
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Professor ribeirinho do Amazonas concorre ao ‘Prêmio Nobel’ da Educação
Projeto que abastece a comunidade com água limpa rendeu ao professor uma indicação ao Global Teacher Prize.
No interior do Amazonas, um professor tem feito a diferença em sua comunidade. Formado em Ciência, com especialização no ensino de Biologia, o professor Valter Pereira de Menezes, de 46 anos, está transformando a comunidade ribeirinha de Santo Antônio do Tracajá, na zona rural de Parintins, no interior do Amazonas.
Tudo começou em 2014, quando um aluno levantou o questionamento: “Por que os casos de diarreia na nossa região aumentavam em período de seca e cheia?”. Segundo o professor, a água que abastecia a comunidade vinha de um poço artesiano, porém o fornecimento não era encanado.
“Sem o esgotamento sanitário, todos os dejetos humanos acabavam parando no lençol freático, contaminando a fonte de água e causando o aumento de casos de diarreia durante a subida e descida das águas do rio”, explica o professor.
Valter começou a pesquisar sobre a problemática da água para encontrar alguma solução. Com o apoio de duas organizações não governamentais, ele e seus alunos instalaram 180 filtros bioativos de areia nas casas das famílias que não tinham acesso à água encanada. Foi assim que surgiu o projeto “Água limpa para os curumins do Tracajá”. “Nosso objetivo era levar água potável do poço artesiano para as famílias que não tinham acesso. Foi aí que o projeto entrou em ação, levando melhorias sanitárias e construindo fossas e banheiros, além dos filtros bioativos de areia. Construímos 20 fossas”, disse Valter.
A ideia era incrível, mas eles teriam que resolver outro problema. Em 10 a 15 anos, as fossas estariam cheias. Onde as famílias jogariam os dejetos? A resposta para essa pergunta veio do experimento de um biólogo com fossas biológicas de bananeira que o professor conheceu em um seminário em Anápolis, Goiás. “A bananeira é a grande responsável. Os líquidos caem pelos lados e, como a bananeira requer água, ela faz o esgotamento sanitário. A própria raiz da bananeira suga todo o líquido da fossa. A raiz da bananeira faz a simbiose, filtra. Até chegar ao fruto, a água está filtrada”, detalhou Valter.
O projeto foi escolhido como uma das 50 melhores iniciativas educacionais do mundo e rendeu a Valter uma indicação ao prêmio Global Teacher Prize, considerado o “Prêmio Nobel” da Educação, que reconhece iniciativas educacionais inovadoras ao redor do planeta. [...]
Disponível em: <http://razoesparaacreditar.com/educacao/professor-ribeirinho-do-amazonas-concorre-ao-premio-nobel-da-educacao/>. Acesso em: 22 fev. 2017 (Adaptação).
Leia a frase a seguir.
“Nosso objetivo era levar água potável do poço artesiano para as famílias que não tinham acesso.”
Assinale a alternativa que não apresenta o significado da expressão destacada.
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Professor ribeirinho do Amazonas concorre ao ‘Prêmio Nobel’ da Educação
Projeto que abastece a comunidade com água limpa rendeu ao professor uma indicação ao Global Teacher Prize.
No interior do Amazonas, um professor tem feito a diferença em sua comunidade. Formado em Ciência, com especialização no ensino de Biologia, o professor Valter Pereira de Menezes, de 46 anos, está transformando a comunidade ribeirinha de Santo Antônio do Tracajá, na zona rural de Parintins, no interior do Amazonas.
Tudo começou em 2014, quando um aluno levantou o questionamento: “Por que os casos de diarreia na nossa região aumentavam em período de seca e cheia?”. Segundo o professor, a água que abastecia a comunidade vinha de um poço artesiano, porém o fornecimento não era encanado.
“Sem o esgotamento sanitário, todos os dejetos humanos acabavam parando no lençol freático, contaminando a fonte de água e causando o aumento de casos de diarreia durante a subida e descida das águas do rio”, explica o professor.
Valter começou a pesquisar sobre a problemática da água para encontrar alguma solução. Com o apoio de duas organizações não governamentais, ele e seus alunos instalaram 180 filtros bioativos de areia nas casas das famílias que não tinham acesso à água encanada. Foi assim que surgiu o projeto “Água limpa para os curumins do Tracajá”. “Nosso objetivo era levar água potável do poço artesiano para as famílias que não tinham acesso. Foi aí que o projeto entrou em ação, levando melhorias sanitárias e construindo fossas e banheiros, além dos filtros bioativos de areia. Construímos 20 fossas”, disse Valter.
A ideia era incrível, mas eles teriam que resolver outro problema. Em 10 a 15 anos, as fossas estariam cheias. Onde as famílias jogariam os dejetos? A resposta para essa pergunta veio do experimento de um biólogo com fossas biológicas de bananeira que o professor conheceu em um seminário em Anápolis, Goiás. “A bananeira é a grande responsável. Os líquidos caem pelos lados e, como a bananeira requer água, ela faz o esgotamento sanitário. A própria raiz da bananeira suga todo o líquido da fossa. A raiz da bananeira faz a simbiose, filtra. Até chegar ao fruto, a água está filtrada”, detalhou Valter.
O projeto foi escolhido como uma das 50 melhores iniciativas educacionais do mundo e rendeu a Valter uma indicação ao prêmio Global Teacher Prize, considerado o “Prêmio Nobel” da Educação, que reconhece iniciativas educacionais inovadoras ao redor do planeta. [...]
Disponível em: <http://razoesparaacreditar.com/educacao/professor-ribeirinho-do-amazonas-concorre-ao-premio-nobel-da-educacao/>. Acesso em: 22 fev. 2017 (Adaptação).
Com base na leitura do texto, assinale a alternativa CORRETA.
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