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Foram encontradas 20 questões.

244753 Ano: 2018
Disciplina: Legislação Específica das Agências Reguladoras
Banca: UNEMAT
Orgão: UNEMAT
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A Resolução Normativa 414, de 9 de setembro de 2010, estabelece as Condições Gerais de Fornecimento de Energia Elétrica.

Conforme seu conteúdo, assinale a alternativa correta.

 

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244751 Ano: 2018
Disciplina: Engenharia Elétrica
Banca: UNEMAT
Orgão: UNEMAT
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Um sistema trifásico, simétrico e equilibrado 60Hz, com ligação estrela-estrela, é alimentado por uma fonte simétrica.

O valor de tensão na fase B é dado por:

Vbn =100 (cos377t – 120)

O sistema alimenta uma carga Zc, trifásica equilibrada de valor 3+ j4 Ω e a impedância da linha é zero.

Considere que cos 36,87 = 0,8 e cos 53,13 = 0,6. A partir do exposto, assinale a alternativa correta.

 

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244750 Ano: 2018
Disciplina: Engenharia Elétrica
Banca: UNEMAT
Orgão: UNEMAT
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Considere a figura abaixo:

Enunciado 244750-1

Edminister, Joseph. A. Circuitos Elétricos: reedição da edição clássica: resumo da teoria, 350 problemas resolvidos, 493 problemas propostos. 2. ed. São Paulo: Pearson Education do Brasil, 1991.

Indique a alternativa correta que apresenta respectivamente a Tensão Equivalente de Thevenin e a Resistência Equivalente de Thevenin, vistas do ponto AB.

 

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244736 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: UNEMAT
Orgão: UNEMAT
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Enunciado 244736-1

Disponível em: <https://www.facebook.com/tirasarmandinho/photos/a.

48836167120914 4.113963.488356901209621/1568398126538821/?type=3&theater>. Acesso em: fev. 2018.

Assinale a alternativa correta em relação à aplicação da norma culta no emprego de pronomes realizada no primeiro quadro da tira.

 

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244735 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: UNEMAT
Orgão: UNEMAT
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Enunciado 244735-1

Disponível em: <https://www.facebook.com/tirasarmandinho/photos/a.

48836167120914 4.113963.488356901209621/1568398126538821/?type=3&theater>. Acesso em: fev. 2018.

Na tirinha, Fê conversa com Camilo sobre o que ela considera ser machismo na cerimônia de casamento, enquanto Pudim diz a Armandinho que tudo aquilo que a garota questiona é algo natural.

Nas falas atribuídas à menina, o verbo ter aparece em Tem casamentos [...] (quadro 1) e em [...] essas coisas têm significados! (quadro 2).

Em relação a esses empregos do verbo ter, assinale a alternativa correta.

 

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244734 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: UNEMAT
Orgão: UNEMAT
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DERROTADOS PELO MOSQUITO

Depois da dengue, da chikungunya e da zika, o Brasil vive o ressurgimento da febre amarela. A doença, que tem se espalhado em sua versão silvestre, transmitida por mosquitos Haemagogus e Sabethes, ainda não repete os números do surto registrado no início de 2017, mas já causou dezenas de mortes em todo o país, e a população corre para se vacinar – a alta demanda tem levado alguns estados a fracionar a dose padrão para que mais pessoas possam ser imunizadas. A Organização Mundial de Saúde emitiu recomendação para que estrangeiros que visitem o estado de São Paulo tomem a vacina antes de embarcar.

Se há algo que pode servir de consolo, pelo menos há uma vacina para a febre amarela, ao contrário das doenças que o Aedes aegypti vem espalhando pelo país há alguns anos. Mas nossa dificuldade de vencer a luta contra os mosquitos é um sintoma grave de outro mal: nosso subdesenvolvimento – obra de séculos, que não se improvisa, na célebre frase de Nelson Rodrigues. O “país do futuro”, uma das dez maiores economias do mundo, com metrópoles que exercem papel de protagonismo na América Latina, convive com taxas inaceitáveis de contaminação por doenças das quais o país já tinha se livrado no passado.

O Aedes aegypti – transmissor da dengue, da zika, do chikungunya e da versão urbana da febre amarela – foi considerado erradicado no Brasil em 1955, após décadas de campanhas iniciadas pelo sanitarista Oswaldo Cruz, no início do século passado. Mas o mosquito, que na época colonial tinha vindo da África, nos navios negreiros, ressurgiu como passageiro indesejado dos cargueiros asiáticos na década de 70 e, desde então, vem levando a melhor, contando com a ineficiência estatal e o desleixo da população, que também tem sua parte de culpa quando não adota comportamentos que dificultam a proliferação do mosquito, apesar de ter hoje muito mais informação que na época de Oswaldo Cruz.

E a volta da febre amarela era um desastre anunciado. Desde 2014 o Ministério da Saúde já registrava mortes de macacos contaminados pelo vírus no Centro-Oeste do país e, mais tarde, no Sudeste – um indício de que em breve a doença voltaria a ser mais frequente entre humanos. Como se pode ver desde o surto de 2017, a resposta das autoridades não foi rápida nem intensa o suficiente para proteger a população. [...]

Editorial Gazeta do Povo. Disponível em: <http://www .gazetadopovo.com.br/opiniao/editoriais/derrotados-pelomosquito- bpez6m3sj61klaosii89bd9dh> Acesso em: fev. 2018. (Adaptado).

O Editorial da Gazeta do Povo, intitulado “Derrotados pelo mosquito”, sinaliza a posição do jornal em relação à comprovação de casos de febre amarela no Brasil. No trecho “[...] a alta demanda tem levado alguns estados a fracionar a dose padrão para que mais pessoas possam ser imunizadas [...]”, podem-se notar, respectivamente, as ideias de:

 

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244733 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: UNEMAT
Orgão: UNEMAT
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DERROTADOS PELO MOSQUITO

Depois da dengue, da chikungunya e da zika, o Brasil vive o ressurgimento da febre amarela. A doença, que tem se espalhado em sua versão silvestre, transmitida por mosquitos Haemagogus e Sabethes, ainda não repete os números do surto registrado no início de 2017, mas já causou dezenas de mortes em todo o país, e a população corre para se vacinar – a alta demanda tem levado alguns estados a fracionar a dose padrão para que mais pessoas possam ser imunizadas. A Organização Mundial de Saúde emitiu recomendação para que estrangeiros que visitem o estado de São Paulo tomem a vacina antes de embarcar.

Se há algo que pode servir de consolo, pelo menos há uma vacina para a febre amarela, ao contrário das doenças que o Aedes aegypti vem espalhando pelo país há alguns anos. Mas nossa dificuldade de vencer a luta contra os mosquitos é um sintoma grave de outro mal: nosso subdesenvolvimento – obra de séculos, que não se improvisa, na célebre frase de Nelson Rodrigues. O “país do futuro”, uma das dez maiores economias do mundo, com metrópoles que exercem papel de protagonismo na América Latina, convive com taxas inaceitáveis de contaminação por doenças das quais o país já tinha se livrado no passado.

O Aedes aegypti – transmissor da dengue, da zika, do chikungunya e da versão urbana da febre amarela – foi considerado erradicado no Brasil em 1955, após décadas de campanhas iniciadas pelo sanitarista Oswaldo Cruz, no início do século passado. Mas o mosquito, que na época colonial tinha vindo da África, nos navios negreiros, ressurgiu como passageiro indesejado dos cargueiros asiáticos na década de 70 e, desde então, vem levando a melhor, contando com a ineficiência estatal e o desleixo da população, que também tem sua parte de culpa quando não adota comportamentos que dificultam a proliferação do mosquito, apesar de ter hoje muito mais informação que na época de Oswaldo Cruz.

E a volta da febre amarela era um desastre anunciado. Desde 2014 o Ministério da Saúde já registrava mortes de macacos contaminados pelo vírus no Centro-Oeste do país e, mais tarde, no Sudeste – um indício de que em breve a doença voltaria a ser mais frequente entre humanos. Como se pode ver desde o surto de 2017, a resposta das autoridades não foi rápida nem intensa o suficiente para proteger a população. [...]

Editorial Gazeta do Povo. Disponível em: <http://www .gazetadopovo.com.br/opiniao/editoriais/derrotados-pelomosquito- bpez6m3sj61klaosii89bd9dh> Acesso em: fev. 2018. (Adaptado).

A palavra ressurgimento, que aparece no primeiro parágrafo do texto, apresenta processo de formação semelhante ao que contém o termo:

 

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244732 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: UNEMAT
Orgão: UNEMAT
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DERROTADOS PELO MOSQUITO

Depois da dengue, da chikungunya e da zika, o Brasil vive o ressurgimento da febre amarela. A doença, que tem se espalhado em sua versão silvestre, transmitida por mosquitos Haemagogus e Sabethes, ainda não repete os números do surto registrado no início de 2017, mas já causou dezenas de mortes em todo o país, e a população corre para se vacinar – a alta demanda tem levado alguns estados a fracionar a dose padrão para que mais pessoas possam ser imunizadas. A Organização Mundial de Saúde emitiu recomendação para que estrangeiros que visitem o estado de São Paulo tomem a vacina antes de embarcar.

Se há algo que pode servir de consolo, pelo menos há uma vacina para a febre amarela, ao contrário das doenças que o Aedes aegypti vem espalhando pelo país há alguns anos. Mas nossa dificuldade de vencer a luta contra os mosquitos é um sintoma grave de outro mal: nosso subdesenvolvimento – obra de séculos, que não se improvisa, na célebre frase de Nelson Rodrigues. O “país do futuro”, uma das dez maiores economias do mundo, com metrópoles que exercem papel de protagonismo na América Latina, convive com taxas inaceitáveis de contaminação por doenças das quais o país já tinha se livrado no passado.

O Aedes aegypti – transmissor da dengue, da zika, do chikungunya e da versão urbana da febre amarela – foi considerado erradicado no Brasil em 1955, após décadas de campanhas iniciadas pelo sanitarista Oswaldo Cruz, no início do século passado. Mas o mosquito, que na época colonial tinha vindo da África, nos navios negreiros, ressurgiu como passageiro indesejado dos cargueiros asiáticos na década de 70 e, desde então, vem levando a melhor, contando com a ineficiência estatal e o desleixo da população, que também tem sua parte de culpa quando não adota comportamentos que dificultam a proliferação do mosquito, apesar de ter hoje muito mais informação que na época de Oswaldo Cruz.

E a volta da febre amarela era um desastre anunciado. Desde 2014 o Ministério da Saúde já registrava mortes de macacos contaminados pelo vírus no Centro-Oeste do país e, mais tarde, no Sudeste – um indício de que em breve a doença voltaria a ser mais frequente entre humanos. Como se pode ver desde o surto de 2017, a resposta das autoridades não foi rápida nem intensa o suficiente para proteger a população. [...]

Editorial Gazeta do Povo. Disponível em: <http://www .gazetadopovo.com.br/opiniao/editoriais/derrotados-pelomosquito- bpez6m3sj61klaosii89bd9dh> Acesso em: fev. 2018. (Adaptado).

No último parágrafo, em Desde 2014 o Ministério da Saúde já registrava mortes de macacos contaminados pelo vírus no Centro-Oeste do país e, mais tarde, no Sudeste – um indício de que em breve a doença voltaria a ser mais frequente entre humanos, a correlação verbal contribui para construir o sentido de que a febre amarela era um desastre anunciado.

A classificação dos tempos e modos verbais de “registrava” e “voltaria”, nessa correlação, é respectivamente:

 

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244756 Ano: 2018
Disciplina: Engenharia Elétrica
Banca: UNEMAT
Orgão: UNEMAT
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Ao realizar uma medição de carga em um Bloco do Campus Universitário de Cáceres, constatou-se os seguintes valores:

Potência Ativa = 60 kw,

Fator de Potência= 0,6 indutivo.

Sabendo que:

cos (23,074º) =0,92 e tg (23,074) = 0,426

Analise as afirmações abaixo.

I. A potência reativa desse bloco de carga é 80kvar.

II. Se instalarmos um banco de 30 kvar neste bloco de carga, o novo valor para o fator de Potência será de 0,894.

III. Para corrigir o fator de potência para 0,92 é necessário um banco de capacitor de 25,56kvar.

IV. Se instalarmos um banco de 30 kvar neste bloco de carga, o novo valor para o fator de Potência será de 0,395.

Considerando as informações acima e a partir do cálculo realizado, assinale a alternativa que contém as afirmações corretas.

II e IV.
Questão Anulada e Desatualizada

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244752 Ano: 2018
Disciplina: Engenharia Elétrica
Banca: UNEMAT
Orgão: UNEMAT
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Um determinado fabricante de produtos elétricos disponibiliza em seu catálogo diversos tipos de lâmpadas e em sua descrição são informados: fluxo-luminoso[lm] / tensão de funcionamento[v] / vida útil média (x mil) [horas] / potência [w], sempre nesta ordem.

Creder, Hélio. Instalações elétricas. - 15.ed. - Rio de Janeiro: LTC, 2007.

Tendo por base esta informação, assinale a alternativa que representa a lâmpada com maior eficiência luminosa.

Questão Anulada e Desatualizada

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