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Segundo Sznelwar e Zidan (2000), “Os aspectos que foram considerados como fundamentais para a gênese do sofrimento das pessoas são os que se referem à forte pressão temporal caracterizada pela necessidade constante de se superar; insuficiência de pausas e de intervalos; fortes restrições de diálogos; restrições à livre movimentação; manutenção constante da atenção e fortes solicitações da memória; estímulo à competitividade entre os colegas; conflitos constantes entre os superiores hierárquicos e fragmentação e inserção muito limitada das tarefas no processo de produção”.
Limongi-França, Ana Cristina. Qualidade de vida no trabalho –
QVT: conceitos e práticas nas empresas da sociedade pós-industrial/Ana Cristina Limongi-França. – 2.ed. – São Paulo: Atlas, 2011.
Sobre as doenças ocupacionais e os Dort (Distúrbios osteomusculares relacionados com o trabalho), assinale a alternativa correta.
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A motivação é o processo que gera estímulos e interesses para a vida das pessoas e estimula comportamentos e ações, sendo o mecanismo que justifica, explica, estimula. Motivação, dentro das organizações, portanto, é vital na dinâmica entre pessoas, influenciando diretamente na eficácia das reações, e possui dois vetores: motivação externa e motivação interna. Motivação interna é caracterizada pelo conjunto de percepções que o indivíduo tem sobre sua existência, como ele valoriza e gosta dos próprios pensamentos e comportamentos, enquanto que a motivação externa é formada pelo conjunto de valores, missão e visão de um determinado ambiente que permite relações interpessoais adequadas, feitas dentro de um clima que leve à realização das pessoas nesse ambiente.
CASTRO, A.P (2002) Motivação; in BOOG, G. Manual
de gestão de pessoas e equipes: estratégias e tendências, vol.1. São Paulo: Editora Gente, 2002. (Adaptado)
Diante do exposto, assinale a alternativa corretas sobre as fontes de motivação interna.
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Aconselhamento psicológico pode ser considerado genericamente como uma experiência que visa a ajudar as pessoas a planejar, tomar decisões, lidar com a rotina de pressões e crescer, com a finalidade de adquirir uma autoconfiança positiva. Pode ser considerada uma relação de ajuda que envolve quem busca auxilio de alguém disposto a ajudar e apto pra essa tarefa, em uma situação que possibilite esse dar e receber apoio.
SCORSOLINI-COMUM, F. Aconselhamento psicológico
e psicoterapia: aproximações e distanciamentos. Contexto Clínic [online]. Vol 7, n.1. p. 02-14. 2014.
Com base na definição de aconselhamento psicológico do texto acima, analise as assertivas abaixo.
I. Trata-se de um processo que envolve respostas aos sentimentos e pensamentos do cliente.
II. Envolve aceitação básica e percepções e dos sentimentos dos clientes.
III. Tem caráter difamatório e existência de condições ambientais para que se estabeleça a relação de ajuda.
IV. A demanda pelo aconselhamento deve partir das pessoas que estão próximas ao paciente.
V. O foco da orientação está no processo de comunicação entre aconselhador e paciente.
A partir do exposto, assinale a alternativa que contém as assertivas corretas.
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A compreensão do termo QVT (Qualidade de Vida no Trabalho) vem sofrendo mudanças ao longo do tempo e das relações de trabalho, principalmente na sociedade moderna, que está em constante evolução. A QVT passou a ser um tema multifacetado, sendo discutido com enfoque multidisciplinar. Segundo Limongi- França, há alguns desencadeadores de QVT que são típicos em nossa sociedade pós industrial. São caracterizados por: por vínculos e estrutura da vida pessoal; fatores socioeconômicos; metas empresariais; e pressões organizacionais.
Limongi-França, Ana Cristina. Qualidade de vida no
trabalho – QVT: conceitos e práticas nas empresas da sociedade pós-industrial/Ana Cristina Limongi-França. – 2.ed. – São Paulo: Atlas, 2011.
Dessa forma, assinale a alternativa que descreve corretamente o termo QVT.
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Disponível em: <https://www.facebook.com/tirasarmandinho/photos/a.
48836167120914 4.113963.488356901209621/1568398126538821/?type=3&theater>. Acesso em: fev. 2018.
Assinale a alternativa correta em relação à aplicação da norma culta no emprego de pronomes realizada no primeiro quadro da tira.
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Disponível em: <https://www.facebook.com/tirasarmandinho/photos/a.
48836167120914 4.113963.488356901209621/1568398126538821/?type=3&theater>. Acesso em: fev. 2018.
Na tirinha, Fê conversa com Camilo sobre o que ela considera ser machismo na cerimônia de casamento, enquanto Pudim diz a Armandinho que tudo aquilo que a garota questiona é algo natural.
Nas falas atribuídas à menina, o verbo ter aparece em Tem casamentos [...] (quadro 1) e em [...] essas coisas têm significados! (quadro 2).
Em relação a esses empregos do verbo ter, assinale a alternativa correta.
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DERROTADOS PELO MOSQUITO
Depois da dengue, da chikungunya e da zika, o Brasil vive o ressurgimento da febre amarela. A doença, que tem se espalhado em sua versão silvestre, transmitida por mosquitos Haemagogus e Sabethes, ainda não repete os números do surto registrado no início de 2017, mas já causou dezenas de mortes em todo o país, e a população corre para se vacinar – a alta demanda tem levado alguns estados a fracionar a dose padrão para que mais pessoas possam ser imunizadas. A Organização Mundial de Saúde emitiu recomendação para que estrangeiros que visitem o estado de São Paulo tomem a vacina antes de embarcar.
Se há algo que pode servir de consolo, pelo menos há uma vacina para a febre amarela, ao contrário das doenças que o Aedes aegypti vem espalhando pelo país há alguns anos. Mas nossa dificuldade de vencer a luta contra os mosquitos é um sintoma grave de outro mal: nosso subdesenvolvimento – obra de séculos, que não se improvisa, na célebre frase de Nelson Rodrigues. O “país do futuro”, uma das dez maiores economias do mundo, com metrópoles que exercem papel de protagonismo na América Latina, convive com taxas inaceitáveis de contaminação por doenças das quais o país já tinha se livrado no passado.
O Aedes aegypti – transmissor da dengue, da zika, do chikungunya e da versão urbana da febre amarela – foi considerado erradicado no Brasil em 1955, após décadas de campanhas iniciadas pelo sanitarista Oswaldo Cruz, no início do século passado. Mas o mosquito, que na época colonial tinha vindo da África, nos navios negreiros, ressurgiu como passageiro indesejado dos cargueiros asiáticos na década de 70 e, desde então, vem levando a melhor, contando com a ineficiência estatal e o desleixo da população, que também tem sua parte de culpa quando não adota comportamentos que dificultam a proliferação do mosquito, apesar de ter hoje muito mais informação que na época de Oswaldo Cruz.
E a volta da febre amarela era um desastre anunciado. Desde 2014 o Ministério da Saúde já registrava mortes de macacos contaminados pelo vírus no Centro-Oeste do país e, mais tarde, no Sudeste – um indício de que em breve a doença voltaria a ser mais frequente entre humanos. Como se pode ver desde o surto de 2017, a resposta das autoridades não foi rápida nem intensa o suficiente para proteger a população. [...]
Editorial Gazeta do Povo. Disponível em: <http://www .gazetadopovo.com.br/opiniao/editoriais/derrotados-pelomosquito- bpez6m3sj61klaosii89bd9dh> Acesso em: fev. 2018. (Adaptado).
O Editorial da Gazeta do Povo, intitulado “Derrotados pelo mosquito”, sinaliza a posição do jornal em relação à comprovação de casos de febre amarela no Brasil. No trecho “[...] a alta demanda tem levado alguns estados a fracionar a dose padrão para que mais pessoas possam ser imunizadas [...]”, podem-se notar, respectivamente, as ideias de:
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DERROTADOS PELO MOSQUITO
Depois da dengue, da chikungunya e da zika, o Brasil vive o ressurgimento da febre amarela. A doença, que tem se espalhado em sua versão silvestre, transmitida por mosquitos Haemagogus e Sabethes, ainda não repete os números do surto registrado no início de 2017, mas já causou dezenas de mortes em todo o país, e a população corre para se vacinar – a alta demanda tem levado alguns estados a fracionar a dose padrão para que mais pessoas possam ser imunizadas. A Organização Mundial de Saúde emitiu recomendação para que estrangeiros que visitem o estado de São Paulo tomem a vacina antes de embarcar.
Se há algo que pode servir de consolo, pelo menos há uma vacina para a febre amarela, ao contrário das doenças que o Aedes aegypti vem espalhando pelo país há alguns anos. Mas nossa dificuldade de vencer a luta contra os mosquitos é um sintoma grave de outro mal: nosso subdesenvolvimento – obra de séculos, que não se improvisa, na célebre frase de Nelson Rodrigues. O “país do futuro”, uma das dez maiores economias do mundo, com metrópoles que exercem papel de protagonismo na América Latina, convive com taxas inaceitáveis de contaminação por doenças das quais o país já tinha se livrado no passado.
O Aedes aegypti – transmissor da dengue, da zika, do chikungunya e da versão urbana da febre amarela – foi considerado erradicado no Brasil em 1955, após décadas de campanhas iniciadas pelo sanitarista Oswaldo Cruz, no início do século passado. Mas o mosquito, que na época colonial tinha vindo da África, nos navios negreiros, ressurgiu como passageiro indesejado dos cargueiros asiáticos na década de 70 e, desde então, vem levando a melhor, contando com a ineficiência estatal e o desleixo da população, que também tem sua parte de culpa quando não adota comportamentos que dificultam a proliferação do mosquito, apesar de ter hoje muito mais informação que na época de Oswaldo Cruz.
E a volta da febre amarela era um desastre anunciado. Desde 2014 o Ministério da Saúde já registrava mortes de macacos contaminados pelo vírus no Centro-Oeste do país e, mais tarde, no Sudeste – um indício de que em breve a doença voltaria a ser mais frequente entre humanos. Como se pode ver desde o surto de 2017, a resposta das autoridades não foi rápida nem intensa o suficiente para proteger a população. [...]
Editorial Gazeta do Povo. Disponível em: <http://www .gazetadopovo.com.br/opiniao/editoriais/derrotados-pelomosquito- bpez6m3sj61klaosii89bd9dh> Acesso em: fev. 2018. (Adaptado).
A palavra ressurgimento, que aparece no primeiro parágrafo do texto, apresenta processo de formação semelhante ao que contém o termo:
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DERROTADOS PELO MOSQUITO
Depois da dengue, da chikungunya e da zika, o Brasil vive o ressurgimento da febre amarela. A doença, que tem se espalhado em sua versão silvestre, transmitida por mosquitos Haemagogus e Sabethes, ainda não repete os números do surto registrado no início de 2017, mas já causou dezenas de mortes em todo o país, e a população corre para se vacinar – a alta demanda tem levado alguns estados a fracionar a dose padrão para que mais pessoas possam ser imunizadas. A Organização Mundial de Saúde emitiu recomendação para que estrangeiros que visitem o estado de São Paulo tomem a vacina antes de embarcar.
Se há algo que pode servir de consolo, pelo menos há uma vacina para a febre amarela, ao contrário das doenças que o Aedes aegypti vem espalhando pelo país há alguns anos. Mas nossa dificuldade de vencer a luta contra os mosquitos é um sintoma grave de outro mal: nosso subdesenvolvimento – obra de séculos, que não se improvisa, na célebre frase de Nelson Rodrigues. O “país do futuro”, uma das dez maiores economias do mundo, com metrópoles que exercem papel de protagonismo na América Latina, convive com taxas inaceitáveis de contaminação por doenças das quais o país já tinha se livrado no passado.
O Aedes aegypti – transmissor da dengue, da zika, do chikungunya e da versão urbana da febre amarela – foi considerado erradicado no Brasil em 1955, após décadas de campanhas iniciadas pelo sanitarista Oswaldo Cruz, no início do século passado. Mas o mosquito, que na época colonial tinha vindo da África, nos navios negreiros, ressurgiu como passageiro indesejado dos cargueiros asiáticos na década de 70 e, desde então, vem levando a melhor, contando com a ineficiência estatal e o desleixo da população, que também tem sua parte de culpa quando não adota comportamentos que dificultam a proliferação do mosquito, apesar de ter hoje muito mais informação que na época de Oswaldo Cruz.
E a volta da febre amarela era um desastre anunciado. Desde 2014 o Ministério da Saúde já registrava mortes de macacos contaminados pelo vírus no Centro-Oeste do país e, mais tarde, no Sudeste – um indício de que em breve a doença voltaria a ser mais frequente entre humanos. Como se pode ver desde o surto de 2017, a resposta das autoridades não foi rápida nem intensa o suficiente para proteger a população. [...]
Editorial Gazeta do Povo. Disponível em: <http://www .gazetadopovo.com.br/opiniao/editoriais/derrotados-pelomosquito- bpez6m3sj61klaosii89bd9dh> Acesso em: fev. 2018. (Adaptado).
No último parágrafo, em Desde 2014 o Ministério da Saúde já registrava mortes de macacos contaminados pelo vírus no Centro-Oeste do país e, mais tarde, no Sudeste – um indício de que em breve a doença voltaria a ser mais frequente entre humanos, a correlação verbal contribui para construir o sentido de que a febre amarela era um desastre anunciado.
A classificação dos tempos e modos verbais de “registrava” e “voltaria”, nessa correlação, é respectivamente:
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A entrevista de encaminhamento é utilizada em diversos contextos, inclusive na área educacional/escolar e pode ser uma decorrência da entrevista diagnóstica, por exemplo, o encaminhamento para psicoterapia. Entretanto, também existem aquelas entrevistas de encaminhamento que decorrem de uma breve entrevista inicial, que funciona como uma triagem com a finalidade apenas de avaliar a demanda do indivíduo para que se possa propor o seguimento do atendimento. É bastante comum que isso ocorra, conforme Tavares (2000), em serviços de saúde pública. A entrevista de triagem e encaminhamento servirá especialmente para avaliar a gravidade da crise, se é necessário encaminhar para avaliação psiquiátrica imediatamente, para qual profissional encaminhar e assim por diante. Nesse sentido, um aluno, ao passar pelo processo de entrevista de triagem e ser encaminhado para um psicólogo clínico, levará um documento sobre si.
SANTOS, S. G. A entrevista em avaliação psicológica.
Revista Especialize On-line. Goiânia – ed. Especial vol1 n.08. 2014. Acesso em: mar. 2018. Conselho Federal de Psicologia. Regulamentação n.007/2003.
Considerando o modelo de encaminhamento proposto pelo psicólogo, em conjunto com a Resolução 007/2003 (Manual de Elaboração de Documentos Escritos), o documento a ser encaminhado para o psicólogo clinico será:
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