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1138759 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: UNESP
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Ao chegar, a surpresa, para Frederico, foi ver muita gente em sua casa. Esperando encontrar sossego, ficou indignado, irritado. Quis voltar, mas a curiosidade fez com que entrasse. Todos o olharam com espanto enquanto ele avançava em direção à sala de estar com aparência hostil. E ali estavam o caixão, as velas, seus irmãos Raul e Geremias, a sobrinha Carla e outros.

- O que está acontecendo? Indagou Frederico. Seu irmão mais velho, Raul, aproximou-se trêmulo - Você não está morto, mano? - Morto, eu? Você não está falando comigo? Carla, então, contou o que tinha acontecido: - Você sumiu e ficamos pensando no pior. E as suspeitas se confirmaram quando a polícia nos chamou para ver um cadáver no necrotério. Era a sua cara. Concluímos que você tinha morrido e agora o estamos velando.

- A mim não, protestou Frederico. Quero ver o rosto desse sujeito. De fato - disse por fim. Esse cara é parecido comigo. A não ser por um detalhe, sabem qual é? E como ninguém respondesse, ele reclamou, vermelho de raiva: esse homem é careca, diabos! Enquanto eu tenho, desde a minha juventude, a cabeleira mais bela da cidade. Como puderam nos confundir?
- É verdade, tio, disse Carla, mas achamos que era você. Nada impede que alguém raspe a cabeça antes de morrer. Se você quis morrer careca, bem, era sua vontade. - Mas não estou morto - gritou Frederico. - Isso depende de você - respondeu Carla. Para nós você está morto. Até registramos o seu óbito, veja a certidão na gaveta da mesa. E cá entre nós, para você será um bom negócio. Os seus credores vão desistir de cobrar o que você deve. Siga o meu conselho, considere-se morto e desapareça.
Frederico suspirou. - Acho que você tem razão. Vou embora. Pegou a certidão na gaveta da mesa e já ia saindo, mas retornou: - Escutem, vocês vão me enterrar careca? Não façam isso. Atendam ao meu derradeiro pedido.
Os familiares se olharam e logo Raul sorriu: - Não se aflija, vamos comprar uma bela peruca. E lhe garanto, você vai ter, morto, a mesma cabeleira que teve em vida.

(Moacyr Scliar. Folha de S. Paulo. 23.09.02. Adaptado)
Em – Quis voltar, mas a curiosidade fez com que entrasse. (1.º parágrafo) – o termo destacado pode ser substituído, sem alteração do significado do texto, por
 

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1138758 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: UNESP
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Ao chegar, a surpresa, para Frederico, foi ver muita gente em sua casa. Esperando encontrar sossego, ficou indignado, irritado. Quis voltar, mas a curiosidade fez com que entrasse. Todos o olharam com espanto enquanto ele avançava em direção à sala de estar com aparência hostil. E ali estavam o caixão, as velas, seus irmãos Raul e Geremias, a sobrinha Carla e outros.

- O que está acontecendo? Indagou Frederico. Seu irmão mais velho, Raul, aproximou-se trêmulo - Você não está morto, mano? - Morto, eu? Você não está falando comigo? Carla, então, contou o que tinha acontecido: - Você sumiu e ficamos pensando no pior. E as suspeitas se confirmaram quando a polícia nos chamou para ver um cadáver no necrotério. Era a sua cara. Concluímos que você tinha morrido e agora o estamos velando.

- A mim não, protestou Frederico. Quero ver o rosto desse sujeito. De fato - disse por fim. Esse cara é parecido comigo. A não ser por um detalhe, sabem qual é? E como ninguém respondesse, ele reclamou, vermelho de raiva: esse homem é careca, diabos! Enquanto eu tenho, desde a minha juventude, a cabeleira mais bela da cidade. Como puderam nos confundir?
- É verdade, tio, disse Carla, mas achamos que era você. Nada impede que alguém raspe a cabeça antes de morrer. Se você quis morrer careca, bem, era sua vontade. - Mas não estou morto - gritou Frederico. - Isso depende de você - respondeu Carla. Para nós você está morto. Até registramos o seu óbito, veja a certidão na gaveta da mesa. E cá entre nós, para você será um bom negócio. Os seus credores vão desistir de cobrar o que você deve. Siga o meu conselho, considere-se morto e desapareça.
Frederico suspirou. - Acho que você tem razão. Vou embora. Pegou a certidão na gaveta da mesa e já ia saindo, mas retornou: - Escutem, vocês vão me enterrar careca? Não façam isso. Atendam ao meu derradeiro pedido.
Os familiares se olharam e logo Raul sorriu: - Não se aflija, vamos comprar uma bela peruca. E lhe garanto, você vai ter, morto, a mesma cabeleira que teve em vida.

(Moacyr Scliar. Folha de S. Paulo. 23.09.02. Adaptado)
Em – Atendam ao meu derradeiro pedido. (5.º parágrafo) – o significado oposto ao da palavra destacada é
 

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1138753 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: UNESP
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Considerando a concordância das palavras, assinale a alternativa correta.
 

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1138751 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: UNESP
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Ao chegar, a surpresa, para Frederico, foi ver muita gente em sua casa. Esperando encontrar sossego, ficou indignado, irritado. Quis voltar, mas a curiosidade fez com que entrasse. Todos o olharam com espanto enquanto ele avançava em direção à sala de estar com aparência hostil. E ali estavam o caixão, as velas, seus irmãos Raul e Geremias, a sobrinha Carla e outros.

- O que está acontecendo? Indagou Frederico. Seu irmão mais velho, Raul, aproximou-se trêmulo - Você não está morto, mano? - Morto, eu? Você não está falando comigo? Carla, então, contou o que tinha acontecido: - Você sumiu e ficamos pensando no pior. E as suspeitas se confirmaram quando a polícia nos chamou para ver um cadáver no necrotério. Era a sua cara. Concluímos que você tinha morrido e agora o estamos velando.

- A mim não, protestou Frederico. Quero ver o rosto desse sujeito. De fato - disse por fim. Esse cara é parecido comigo. A não ser por um detalhe, sabem qual é? E como ninguém respondesse, ele reclamou, vermelho de raiva: esse homem é careca, diabos! Enquanto eu tenho, desde a minha juventude, a cabeleira mais bela da cidade. Como puderam nos confundir?
- É verdade, tio, disse Carla, mas achamos que era você. Nada impede que alguém raspe a cabeça antes de morrer. Se você quis morrer careca, bem, era sua vontade. - Mas não estou morto - gritou Frederico. - Isso depende de você - respondeu Carla. Para nós você está morto. Até registramos o seu óbito, veja a certidão na gaveta da mesa. E cá entre nós, para você será um bom negócio. Os seus credores vão desistir de cobrar o que você deve. Siga o meu conselho, considere-se morto e desapareça.
Frederico suspirou. - Acho que você tem razão. Vou embora. Pegou a certidão na gaveta da mesa e já ia saindo, mas retornou: - Escutem, vocês vão me enterrar careca? Não façam isso. Atendam ao meu derradeiro pedido.
Os familiares se olharam e logo Raul sorriu: - Não se aflija, vamos comprar uma bela peruca. E lhe garanto, você vai ter, morto, a mesma cabeleira que teve em vida.

(Moacyr Scliar. Folha de S. Paulo. 23.09.02. Adaptado)
A expressão destacada no trecho – ... avançava em direção à sala de estar, com aparência hostil. (1.º parágrafo) – pode ser corretamente substituída, sem alteração do sentido do texto, por: com aparência
 

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1138744 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: UNESP
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Ao chegar, a surpresa, para Frederico, foi ver muita gente em sua casa. Esperando encontrar sossego, ficou indignado, irritado. Quis voltar, mas a curiosidade fez com que entrasse. Todos o olharam com espanto enquanto ele avançava em direção à sala de estar com aparência hostil. E ali estavam o caixão, as velas, seus irmãos Raul e Geremias, a sobrinha Carla e outros.

- O que está acontecendo? Indagou Frederico. Seu irmão mais velho, Raul, aproximou-se trêmulo - Você não está morto, mano? - Morto, eu? Você não está falando comigo? Carla, então, contou o que tinha acontecido: - Você sumiu e ficamos pensando no pior. E as suspeitas se confirmaram quando a polícia nos chamou para ver um cadáver no necrotério. Era a sua cara. Concluímos que você tinha morrido e agora o estamos velando.

- A mim não, protestou Frederico. Quero ver o rosto desse sujeito. De fato - disse por fim. Esse cara é parecido comigo. A não ser por um detalhe, sabem qual é? E como ninguém respondesse, ele reclamou, vermelho de raiva: esse homem é careca, diabos! Enquanto eu tenho, desde a minha juventude, a cabeleira mais bela da cidade. Como puderam nos confundir?
- É verdade, tio, disse Carla, mas achamos que era você. Nada impede que alguém raspe a cabeça antes de morrer. Se você quis morrer careca, bem, era sua vontade. - Mas não estou morto - gritou Frederico. - Isso depende de você - respondeu Carla. Para nós você está morto. Até registramos o seu óbito, veja a certidão na gaveta da mesa. E cá entre nós, para você será um bom negócio. Os seus credores vão desistir de cobrar o que você deve. Siga o meu conselho, considere-se morto e desapareça.
Frederico suspirou. - Acho que você tem razão. Vou embora. Pegou a certidão na gaveta da mesa e já ia saindo, mas retornou: - Escutem, vocês vão me enterrar careca? Não façam isso. Atendam ao meu derradeiro pedido.
Os familiares se olharam e logo Raul sorriu: - Não se aflija, vamos comprar uma bela peruca. E lhe garanto, você vai ter, morto, a mesma cabeleira que teve em vida.

(Moacyr Scliar. Folha de S. Paulo. 23.09.02. Adaptado)
No trecho – Enquanto eu tenho, desde a minha juventude, a cabeleira... (3.º parágrafo) – o termo destacado inicia expressão que dá ideia de
 

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1138742 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: UNESP
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Ao chegar, a surpresa, para Frederico, foi ver muita gente em sua casa. Esperando encontrar sossego, ficou indignado, irritado. Quis voltar, mas a curiosidade fez com que entrasse. Todos o olharam com espanto enquanto ele avançava em direção à sala de estar com aparência hostil. E ali estavam o caixão, as velas, seus irmãos Raul e Geremias, a sobrinha Carla e outros.

- O que está acontecendo? Indagou Frederico. Seu irmão mais velho, Raul, aproximou-se trêmulo - Você não está morto, mano? - Morto, eu? Você não está falando comigo? Carla, então, contou o que tinha acontecido: - Você sumiu e ficamos pensando no pior. E as suspeitas se confirmaram quando a polícia nos chamou para ver um cadáver no necrotério. Era a sua cara. Concluímos que você tinha morrido e agora o estamos velando.

- A mim não, protestou Frederico. Quero ver o rosto desse sujeito. De fato - disse por fim. Esse cara é parecido comigo. A não ser por um detalhe, sabem qual é? E como ninguém respondesse, ele reclamou, vermelho de raiva: esse homem é careca, diabos! Enquanto eu tenho, desde a minha juventude, a cabeleira mais bela da cidade. Como puderam nos confundir?
- É verdade, tio, disse Carla, mas achamos que era você. Nada impede que alguém raspe a cabeça antes de morrer. Se você quis morrer careca, bem, era sua vontade. - Mas não estou morto - gritou Frederico. - Isso depende de você - respondeu Carla. Para nós você está morto. Até registramos o seu óbito, veja a certidão na gaveta da mesa. E cá entre nós, para você será um bom negócio. Os seus credores vão desistir de cobrar o que você deve. Siga o meu conselho, considere-se morto e desapareça.
Frederico suspirou. - Acho que você tem razão. Vou embora. Pegou a certidão na gaveta da mesa e já ia saindo, mas retornou: - Escutem, vocês vão me enterrar careca? Não façam isso. Atendam ao meu derradeiro pedido.
Os familiares se olharam e logo Raul sorriu: - Não se aflija, vamos comprar uma bela peruca. E lhe garanto, você vai ter, morto, a mesma cabeleira que teve em vida.

(Moacyr Scliar. Folha de S. Paulo. 23.09.02. Adaptado)
No trecho – ... ele reclamou ... (3.º parágrafo) – colocando-se a frase no plural, com o verbo no tempo futuro, obtém-se: eles
 

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1138741 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: UNESP
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Carla já conheceu o hotel ________irá descansar ______ partir de segunda-feira.
 

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1138738 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: UNESP
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Ao chegar, a surpresa, para Frederico, foi ver muita gente em sua casa. Esperando encontrar sossego, ficou indignado, irritado. Quis voltar, mas a curiosidade fez com que entrasse. Todos o olharam com espanto enquanto ele avançava em direção à sala de estar com aparência hostil. E ali estavam o caixão, as velas, seus irmãos Raul e Geremias, a sobrinha Carla e outros.

- O que está acontecendo? Indagou Frederico. Seu irmão mais velho, Raul, aproximou-se trêmulo - Você não está morto, mano? - Morto, eu? Você não está falando comigo? Carla, então, contou o que tinha acontecido: - Você sumiu e ficamos pensando no pior. E as suspeitas se confirmaram quando a polícia nos chamou para ver um cadáver no necrotério. Era a sua cara. Concluímos que você tinha morrido e agora o estamos velando.

- A mim não, protestou Frederico. Quero ver o rosto desse sujeito. De fato - disse por fim. Esse cara é parecido comigo. A não ser por um detalhe, sabem qual é? E como ninguém respondesse, ele reclamou, vermelho de raiva: esse homem é careca, diabos! Enquanto eu tenho, desde a minha juventude, a cabeleira mais bela da cidade. Como puderam nos confundir?
- É verdade, tio, disse Carla, mas achamos que era você. Nada impede que alguém raspe a cabeça antes de morrer. Se você quis morrer careca, bem, era sua vontade. - Mas não estou morto - gritou Frederico. - Isso depende de você - respondeu Carla. Para nós você está morto. Até registramos o seu óbito, veja a certidão na gaveta da mesa. E cá entre nós, para você será um bom negócio. Os seus credores vão desistir de cobrar o que você deve. Siga o meu conselho, considere-se morto e desapareça.
Frederico suspirou. - Acho que você tem razão. Vou embora. Pegou a certidão na gaveta da mesa e já ia saindo, mas retornou: - Escutem, vocês vão me enterrar careca? Não façam isso. Atendam ao meu derradeiro pedido.
Os familiares se olharam e logo Raul sorriu: - Não se aflija, vamos comprar uma bela peruca. E lhe garanto, você vai ter, morto, a mesma cabeleira que teve em vida.

(Moacyr Scliar. Folha de S. Paulo. 23.09.02. Adaptado)
Pode-se afirmar, de acordo com o texto, que Frederico
 

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1138735 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: UNESP
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Assinale a alternativa em que o emprego das vírgulas está correto.
 

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1138730 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: UNESP
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Não precisamos mais ________ preocupar com Carla, pois ela está apenas ______ nervosa.
 

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