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Foram encontradas 35 questões.

1353970 Ano: 2014
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: FAFIPA
Orgão: UNESPAR
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Em mais de cinco séculos, o Brasil teve nove moedas diferentes, mas a maioria surgiu nos últimos 50 anos. Qual delas vigorou de 01/08/1993 a 30/06/1994?
 

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1353728 Ano: 2014
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: FAFIPA
Orgão: UNESPAR
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A bandeira do Paraná é um dos símbolos oficiais do Estado, composta, entre outros detalhes de:

 

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1353605 Ano: 2014
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: FAFIPA
Orgão: UNESPAR
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O Brasil é uma República Federal Presidencialista, de regime:
 

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1353225 Ano: 2014
Disciplina: Matemática
Banca: FAFIPA
Orgão: UNESPAR
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Para um concurso público de Agente Universitário inscreveram-se 2.150 candidatos concorrendo a 25 vagas. Qual a proporção de candidato por vaga?
 

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1353195 Ano: 2014
Disciplina: Matemática
Banca: FAFIPA
Orgão: UNESPAR
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Segundo o IBGE, a população de Morretes, em relação a Paranaguá, é de 1:9 aproximadamente. Se a população de Morretes, estimada pelo IBGE, em 2013, era de 16.325 habitantes, qual a população estimada de Paranaguá em 2013?
 

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1351346 Ano: 2014
Disciplina: Matemática
Banca: FAFIPA
Orgão: UNESPAR
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Uma compra de café e açúcar totalizou R$ 75,00, a parte gasta com o açúcar foi de 40% do valor da nota. Qual o valor gasto com açúcar?
 

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1350574 Ano: 2014
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: FAFIPA
Orgão: UNESPAR
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Ensino e natureza da linguagem
O domínio da linguagem, como atividade discursiva e cognitiva, e o domínio da língua, como sistema simbólico utilizado por uma comunidade linguística, são condições de possibilidade de plena participação social. Pela linguagem, os homens e as mulheres se comunicam, têm acesso à informação, expressam e defendem pontos de vista, partilham ou constroem visões de mundo, produzem cultura. Assim, um projeto educativo comprometido com a democratização social e cultural atribui à escola a função e a responsabilidade de contribuir para garantir a todos os alunos o acesso aos saberes linguísticos necessários para o exercício da cidadania.
[...]
Linguagem aqui se entende, no fundamental, como ação interindividual orientada por uma finalidade específica, um processo de interlocução que se realiza nas práticas sociais existentes nos diferentes grupos de uma sociedade, nos distintos momentos de sua história. Os homens e as mulheres interagem pela linguagem tanto numa conversa informal, entre amigos, ou na redação de uma carta pessoal, quanto na produção de uma crônica, uma novela, um poema, um relatório profissional.
Cada uma dessas práticas se diferencia historicamente e depende das condições da situação comunicativa, nestas incluídas as características sociais dos envolvidos na interlocução. Hoje, por exemplo, a conversa informal não é a que se ouviria há um século, tanto em relação ao assunto quanto à forma de dizer, propriamente características específicas do momento histórico. Além disso, uma conversa informal entre economistas pode diferenciar-se daquela que ocorre entre professores ou operários de uma construção, tanto em função do registro e do conhecimento linguístico quanto em relação ao assunto em pauta. O mesmo se pode dizer sobre o conteúdo e a forma dos gêneros de texto escrito.
Basta pensar nas diferenças entre uma carta de amor de hoje e de ontem, entre um poema de Camões e um poema de Drummond, e assim por diante.
Em síntese, pela linguagem se expressam ideias, pensamentos e intenções, se estabelecem relações interpessoais anteriormente inexistentes e se influencia o outro, alterando suas representações da realidade e da sociedade e o rumo de suas [re]ações.
Isso aponta para outra dimensão da atividade da linguagem que conserva um vínculo muito estreito com o pensamento. Por um lado, se constroem, por meio da linguagem, quadros de referência culturais, representações, teorias populares, mitos, conhecimento científico, arte, concepções e orientações ideológicas, inclusive preconceitos pelos quais se interpretam a realidade e as expressões linguísticas. Por outro lado, como atividade sobre símbolos e representações, a linguagem torna possível o pensamento abstrato, a construção de sistemas descritivos e explicativos e a capacidade de alterá-los, reorganizá-los, substituir uns por outros. Nesse sentido, a linguagem contém em si a fonte dialética da tradição e da mudança.
Nessa perspectiva, língua é um sistema de signos específico, histórico e social, que possibilita a homens e mulheres significar o mundo e a sociedade. Aprendê-la é aprender não somente palavras e saber combiná-las em expressões complexas, mas apreender pragmaticamente seus significados culturais e, com eles, os modos pelos quais as pessoas entendem e interpretam a realidade e a si mesmas.
Fonte: Parâmetros Curriculares Nacionais 1998. Disponível em: http://www.dominiopublico.gov.br/download/texto/me000032.pdf. Acessado em: 22/02/2014.
Assinale a proposição que melhor apresenta as palavras-chave para o texto acima:
 

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1350199 Ano: 2014
Disciplina: Matemática
Banca: FAFIPA
Orgão: UNESPAR
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O valor-hora de um funcionário é de R$ 6,00. Se durante 1 mês ele trabalhar 240 horas e tiver que recolher 8% do INSS, qual o valor líquido a receber?
 

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1350167 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: FAFIPA
Orgão: UNESPAR
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Ensino e natureza da linguagem
O domínio da linguagem, como atividade discursiva e cognitiva, e o domínio da língua, como sistema simbólico utilizado por uma comunidade linguística, são condições de possibilidade de plena participação social. Pela linguagem, os homens e as mulheres se comunicam, têm acesso à informação, expressam e defendem pontos de vista, partilham ou constroem visões de mundo, produzem cultura. Assim, um projeto educativo comprometido com a democratização social e cultural atribui à escola a função e a responsabilidade de contribuir para garantir a todos os alunos o acesso aos saberes linguísticos necessários para o exercício da cidadania.
[...]
Linguagem aqui se entende, no fundamental, como ação interindividual orientada por uma finalidade específica, um processo de interlocução que se realiza nas práticas sociais existentes nos diferentes grupos de uma sociedade, nos distintos momentos de sua história. Os homens e as mulheres interagem pela linguagem tanto numa conversa informal, entre amigos, ou na redação de uma carta pessoal, quanto na produção de uma crônica, uma novela, um poema, um relatório profissional.
Cada uma dessas práticas se diferencia historicamente e depende das condições da situação comunicativa, nestas incluídas as características sociais dos envolvidos na interlocução. Hoje, por exemplo, a conversa informal não é a que se ouviria há um século, tanto em relação ao assunto quanto à forma de dizer, propriamente características específicas do momento histórico. Além disso, uma conversa informal entre economistas pode diferenciar-se daquela que ocorre entre professores ou operários de uma construção, tanto em função do registro e do conhecimento linguístico quanto em relação ao assunto em pauta. O mesmo se pode dizer sobre o conteúdo e a forma dos gêneros de texto escrito.
Basta pensar nas diferenças entre uma carta de amor de hoje e de ontem, entre um poema de Camões e um poema de Drummond, e assim por diante.
Em síntese, pela linguagem se expressam ideias, pensamentos e intenções, se estabelecem relações interpessoais anteriormente inexistentes e se influencia o outro, alterando suas representações da realidade e da sociedade e o rumo de suas [re]ações.
Isso aponta para outra dimensão da atividade da linguagem que conserva um vínculo muito estreito com o pensamento. Por um lado, se constroem, por meio da linguagem, quadros de referência culturais, representações, teorias populares, mitos, conhecimento científico, arte, concepções e orientações ideológicas, inclusive preconceitos pelos quais se interpretam a realidade e as expressões linguísticas. Por outro lado, como atividade sobre símbolos e representações, a linguagem torna possível o pensamento abstrato, a construção de sistemas descritivos e explicativos e a capacidade de alterá-los, reorganizá-los, substituir uns por outros. Nesse sentido, a linguagem contém em si a fonte dialética da tradição e da mudança.
Nessa perspectiva, língua é um sistema de signos específico, histórico e social, que possibilita a homens e mulheres significar o mundo e a sociedade. Aprendê-la é aprender não somente palavras e saber combiná-las em expressões complexas, mas apreender pragmaticamente seus significados culturais e, com eles, os modos pelos quais as pessoas entendem e interpretam a realidade e a si mesmas.
Fonte: Parâmetros Curriculares Nacionais 1998. Disponível em: http://www.dominiopublico.gov.br/download/texto/me000032.pdf. Acessado em: 22/02/2014.
Sobre o texto, a única informação INCORRETA é:
 

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1349967 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: FAFIPA
Orgão: UNESPAR
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Qual das alternativas está correta em relação à concordância verbal:
 

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