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Foram encontradas 50 questões.

1316213 Ano: 2019
Disciplina: Biologia
Banca: Consulplan
Orgão: UNIFAGOC
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O ovócito II é liberado a partir de variações hormonais no corpo da mulher. O óvulo propriamente dito forma-se apenas após a penetração do espermatozoide nas barreiras que protegem o gameta feminino. Antes do nascimento, os ovários apresentam, dentro dos folículos, ovócitos II paralisados em uma fase da divisão celular, em que seus cromossomos estão localizados no equador da célula. Essa fase é conhecida como:
 

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1306464 Ano: 2019
Disciplina: Física
Banca: Consulplan
Orgão: UNIFAGOC
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Considere, se necessário, as seguintes constantes para resolver a questão.
  • !$ \pi !$ = 3;
  • densidade da água do mar: d = 1000 kg/m3;
  • aceleração gravitacional: g = 10 m/s2;
  • pressão atmosférica ao nível do mar: p0 = 105 N/m2;
  • carga elementar: e = 1,6 x 10–19 C; e,
  • calor específico sensível da água: c = 1 cal/gº C.
Barney, renomado médico obstetra, está de folga em seu sítio localizado a 80 km do hospital onde trabalha. Durante a madrugada, às três horas da manhã, seu telefone tocou, informando que sua paciente Robin está em trabalho de parto, necessitando urgentemente do seu acompanhamento, pois apresenta riscos de perder o filho. Considerando que o trajeto entre o sítio e o hospital é de 25 km de estrada de chão, cuja velocidade máxima permitida é de 60 km/h, e o restante de asfalto, com velocidade máxima permitida de 100 km/h, qual será o intervalo de tempo mínimo que Barney gastará para chegar ao hospital para atender Robin sem exceder os limites de velocidade mencionados?
 

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1305019 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: UNIFAGOC
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Principais ameaças à saúde em 2019
Rio – Na semana passada, a Organização Mundial de Saúde (OMS) divulgou uma lista com as principais ameaças à saúde para 2019. Como esperado, a lista fala de doenças perigosas como Ebola, Influenza e Dengue, mas também de temas que, embora não estritamente médicos, têm relação direta com a saúde de populações inteiras, como a qualidade dos sistemas de saúde e contextos de extrema vulnerabilidade.
Outro item que chamou atenção foi o movimento antivacinas, um dos fatores por trás do ressurgimento de doenças como sarampo em países onde já estava controlado. A relutância a vacinar normalmente ocorre em países onde há acesso a vacinas.
A organização Médicos Sem Fronteiras (MSF) atua no outro extremo, em locais onde faltam vacinas e é um desafio diário levá-las até as pessoas. Nesses contextos nossas equipes observam tanto o efeito devastador de doenças que podem ser prevenidas como a grande esperança e alegria em torno de uma campanha de vacinação.
Vacinas são uma importante ferramenta em crises humanitárias, como a crise migratória do Mediterrâneo, que pode ser encarada como o que a OMS chama de “contexto vulnerável”. Nessa crise, tal como em outros contextos, a pneumonia é a principal causa de morte entre as crianças.
Desde 2016, MSF busca ampliar a vacinação contra a pneumonia na Grécia, mas um dos obstáculos foi o preço da vacina, de U$ 210 por criança. Foi preciso uma campanha internacional para convencer os fabricantes a reduzirem o preço para organizações como MSF, que atuam em crises humanitárias. No final de 2018 avançou uma negociação para que MSF adquira a vacina na Grécia por U$ 9 por criança, o que vai permitir a vacinação de mais de 2 mil crianças nos próximos meses.
Superar a barreira dos preços é um esforço árduo, mas necessário. A cobertura da vacina de pneumonia ainda é inaceitavelmente baixa no mundo e muitos países já afirmaram que o preço é um dos motivos. Caso a vacinação chegasse para todos, haveria uma significativa redução no uso de antibióticos para tratar a pneumonia. Essa seria uma grande contribuição para enfrentar outra ameaça apontada pela OMS: a resistência a antibióticos, que surge em parte devido ao uso inadequado.
Mas para fazer com que as vacinas cheguem aonde precisam, não basta uma mudança na forma como os preços são definidos, é preciso também mudar o fato de que os investimentos em pesquisa se concentram em doenças que afetam países ricos. Em 2014 e 2015, por exemplo, o mundo assistiu em choque a uma devastadora epidemia de Ebola na África Ocidental. MSF estava na linha de frente do combate à doença, mas nossas equipes se viram de mãos vazias, pois não haviam vacinas e tratamentos a serem usados. Vacinas promissoras estavam em fase de pesquisa, mas a falta de interesse fez com que não fosse possível desenvolvê-las a tempo para enfrentar a epidemia. Sem contar que é bastante frequente vacinas serem desenvolvidas sem levar em conta as condições climáticas e infraestruturais dos países em desenvolvimento. A maioria das vacinas por exemplo não pode ser exposta ao calor, o que gera dificuldades enormes para organizações como MSF que realizam vacinação em áreas remotas e sem eletricidade.
As vacinas serão importantes para lidar com vários desafios apontados pela OMS, mas elas precisam ser desenvolvidas e distribuídas com foco em quem mais precisa. Muitos países apresentam recuo da cobertura vacinal, inclusive o Brasil, e as ameaças comportamentais, econômicas e políticas por trás desses dados precisam ser igualmente enfrentadas, lembrando sempre que nenhuma ameaça é insuperável se formos capazes de superar a indiferença com o sofrimento do outro.
(Felipe Carvalho, coordenador no Brasil da Campanha de Acesso de
Médicos Sem Fronteiras. Disponível em:
https://odia.ig.com.br/opiniao/2019/01/5616700-felipe-carvalho--
principais-ameacas-a-saude-em-2019.html#foto=1.)
A organização Médicos Sem Fronteiras (MSF) atua no outro extremo, em locais onde faltam vacinas e é um desafio diário levá-las até as pessoas.” (3º§) Indique, a seguir, o trecho em que a forma verbal destacada possui a mesma classificação, verbo intransitivo, vista em “faltam”.
 

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1298119 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: UNIFAGOC
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Leia os textos a seguir.
Texto I
Buscas por desaparecidos na Muzema entram no segundo
dia, com a confirmação de 7 mortos e 10 feridos
As buscas por desaparecidos na tragédia da Muzema, comunidade na Zona Oeste do Rio, entram no segundo dia neste sábado (13). Ao menos 13 pessoas são consideradas desaparecidas no local onde dois prédios desmoronaram no início do dia.
Com a localização e retirada de mais dois corpos – de um homem e de uma mulher – nesta madrugada, sete pessoas morreram soterradas. Dez pessoas ficaram feridas.
No final da noite de sexta-feira (12), os bombeiros resgataram com vida o menino de 12 anos que estava sob os escombros. Segundo a corporação, o resgate de Hilton Guilherme Sodré de Souza foi por volta das 23 horas.
Com fratura em uma das pernas e ferimentos no rosto, mas consciente, o garoto deixou o local de ambulância e foi levado para o Hospital Miguel Couto, na Gávea. Os pais dele, Hilton Berto Rodrigues Souza e Maria de Nazaré Sá Sodré, estão entre os desaparecidos.
(Disponível em: https://g1.globo.com/rj/rio-dejaneiro/
noticia/2019/04/13/buscas-por-desaparecidos-na-muzemaentram-
no-segundo-dia.ghtml.)
Texto II
Congresso Internacional do Medo
Provisoriamente não cantaremos o amor,
que se refugiou mais abaixo dos subterrâneos.
Cantaremos o medo, que esteriliza os abraços,
não cantaremos o ódio, porque este não existe,
existe apenas o medo, nosso pai e nosso companheiro,
o medo grande dos sertões, dos mares, dos desertos,
o medo dos soldados, o medo das mães, o medo das igrejas,
cantaremos o medo dos ditadores, o medo dos democratas,
cantaremos o medo da morte e o medo de depois da morte.
Depois morreremos de medo
e sobre nossos túmulos nascerão flores amarelas e medrosas.
(Carlos Drummond de Andrade. Antologia Poética. 12ª edição.
Rio de Janeiro: José Olympio. 1978. Pag. 108 e 109.)
Indique I ou II de acordo com as características textuais apresentadas.
( ) Trata-se de um texto utilitário.
( ) Emprego de linguagem pessoal.
( ) Estrutura textual voltada para o plano de expressão.
( ) Sua função de linguagem predominante é a referencial.
A sequência está correta em
 

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1297554 Ano: 2019
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: Consulplan
Orgão: UNIFAGOC
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Texto para responder a questão a seguir.
A hora da estrela (fragmento)
Escrevo neste instante com algum prévio pudor por vos estar invadindo com tal narrativa tão exterior e explícita. De onde no entanto até sangue arfante de tão vivo de vida poderá quem sabe escorrer. [...]
Como é que sei tudo o que vai se seguir e que ainda o desconheço, já que nunca o vivi? É que numa rua do Rio de Janeiro peguei no ar de relance o sentimento de perdição no rosto de uma moça nordestina. Sem falar que eu em menino me criei no Nordeste. Também sei das coisas por estar vivendo. Quem vive sabe, mesmo sem saber que sabe. [...]
Proponho-me a que não seja complexo o que escreverei.
[...]
O que escrevo é mais do que invenção, é minha obrigação contar sobre essa moça entre milhares delas. É dever meu, nem que seja de pouca arte, o de revelar-lhe a vida. [...]
Sei que há moças que vendem o corpo, única posse real, em troca de um bom jantar em vez de um sanduíche de mortadela. Mas a pessoa de quem falarei mal tem corpo para vender, ninguém a quer, ela é virgem e inócua, não faz falta a ninguém. Aliás – descubro eu agora – também eu não faço a menor falta, e até o que escrevo, um outro escreveria. Um outro escritor, sim, mas teria que ser homem porque escritora mulher pode lacrimejar piegas.
(Clarice Lispector. A hora da estrela. Rio de janeiro: José Olympio, 1981.)
Indique C (certo) ou E (errado). O fragmento lido
( ) tem em sua construção marcas da metalinguagem sobre o ato de escrever e o texto.
( ) é de autoria de uma escritora que compõe o grupo dos principais escritores da terceira geração modernista.
( ) pertence ao grupo modernista por apresentar características da linguagem oral tais como repetições de palavras.
A sequência está correta em
 

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1293914 Ano: 2019
Disciplina: Física
Banca: Consulplan
Orgão: UNIFAGOC
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Considere, se necessário, as seguintes constantes para resolver a questão.
  • !$ \pi !$ = 3;
  • densidade da água do mar: d = 1000 kg/m3;
  • aceleração gravitacional: g = 10 m/s2;
  • pressão atmosférica ao nível do mar: p0 = 105 N/m2;
  • carga elementar: e = 1,6 x 10–19 C; e,
  • calor específico sensível da água: c = 1 cal/gº C.
Oxigenoterapia hiperbárica é uma modalidade terapêutica na qual o paciente respira oxigênio puro (100%), enquanto é submetido a uma pressão de até três vezes a pressão atmosférica ao nível do mar, no interior de uma câmara hiperbárica. Ela provoca um espetacular aumento na quantidade de oxigênio transportado pelo sangue, na ordem de 20 vezes o volume que circula em indivíduos que estão respirando ar ao nível do mar.
(Disponível em: https://sbmh.com.br/medicina-hiperbarica/o-que-e/.
Adaptado.)
Uma determinada equipe de laboratório coletou e levou certa amostra de sangue para uma análise detalhada. Essa amostra foi colocada em uma centrífuga de laboratório para que o plasma se separasse da parte sólida. Durante o processo de centrifugação, o sangue foi colocado para girar em uma trajetória circular de raio 25 cm a uma velocidade de 75 m/s. Quantas vezes essa aceleração centrífuga é maior que a aceleração da gravidade?
 

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1293859 Ano: 2019
Disciplina: Biologia
Banca: Consulplan
Orgão: UNIFAGOC
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Uma pessoa que apresenta o tipo sanguíneo do grupo AB pode receber sangue de todos os outros grupos, conhecidos como receptores universais. Isso só é possível, pois os indivíduos do grupo AB NÃO apresentam:
 

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1293857 Ano: 2019
Disciplina: Química
Banca: Consulplan
Orgão: UNIFAGOC
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Considere as seguintes informações:
  • Previne gripes, fraqueza muscular e infecções. Este ponto é discutível, havendo estudos que não mostram qualquer efeito de doses aumentadas. Contudo, seus efeitos parecem ser mais evidentes em doentes já com escorbuto;
  • Ajuda o sistema imunológico e a respiração celular, estimula as glândulas suprarrenais e protege os vasos sanguíneos;
  • A vitamina C é importante para o funcionamento adequado das células brancas do sangue. É eficaz contra doenças infecciosas, sendo um importante suplemento em casos de câncer.
enunciado 2083506-1
É correto afirmar que estão presentes na estrutura:
 

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1293703 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: UNIFAGOC
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Principais ameaças à saúde em 2019
Rio – Na semana passada, a Organização Mundial de Saúde (OMS) divulgou uma lista com as principais ameaças à saúde para 2019. Como esperado, a lista fala de doenças perigosas como Ebola, Influenza e Dengue, mas também de temas que, embora não estritamente médicos, têm relação direta com a saúde de populações inteiras, como a qualidade dos sistemas de saúde e contextos de extrema vulnerabilidade.
Outro item que chamou atenção foi o movimento antivacinas, um dos fatores por trás do ressurgimento de doenças como sarampo em países onde já estava controlado. A relutância a vacinar normalmente ocorre em países onde há acesso a vacinas.
A organização Médicos Sem Fronteiras (MSF) atua no outro extremo, em locais onde faltam vacinas e é um desafio diário levá-las até as pessoas. Nesses contextos nossas equipes observam tanto o efeito devastador de doenças que podem ser prevenidas como a grande esperança e alegria em torno de uma campanha de vacinação.
Vacinas são uma importante ferramenta em crises humanitárias, como a crise migratória do Mediterrâneo, que pode ser encarada como o que a OMS chama de “contexto vulnerável”. Nessa crise, tal como em outros contextos, a pneumonia é a principal causa de morte entre as crianças.
Desde 2016, MSF busca ampliar a vacinação contra a pneumonia na Grécia, mas um dos obstáculos foi o preço da vacina, de U$ 210 por criança. Foi preciso uma campanha internacional para convencer os fabricantes a reduzirem o preço para organizações como MSF, que atuam em crises humanitárias. No final de 2018 avançou uma negociação para que MSF adquira a vacina na Grécia por U$ 9 por criança, o que vai permitir a vacinação de mais de 2 mil crianças nos próximos meses.
Superar a barreira dos preços é um esforço árduo, mas necessário. A cobertura da vacina de pneumonia ainda é inaceitavelmente baixa no mundo e muitos países já afirmaram que o preço é um dos motivos. Caso a vacinação chegasse para todos, haveria uma significativa redução no uso de antibióticos para tratar a pneumonia. Essa seria uma grande contribuição para enfrentar outra ameaça apontada pela OMS: a resistência a antibióticos, que surge em parte devido ao uso inadequado.
Mas para fazer com que as vacinas cheguem aonde precisam, não basta uma mudança na forma como os preços são definidos, é preciso também mudar o fato de que os investimentos em pesquisa se concentram em doenças que afetam países ricos. Em 2014 e 2015, por exemplo, o mundo assistiu em choque a uma devastadora epidemia de Ebola na África Ocidental. MSF estava na linha de frente do combate à doença, mas nossas equipes se viram de mãos vazias, pois não haviam vacinas e tratamentos a serem usados. Vacinas promissoras estavam em fase de pesquisa, mas a falta de interesse fez com que não fosse possível desenvolvê-las a tempo para enfrentar a epidemia. Sem contar que é bastante frequente vacinas serem desenvolvidas sem levar em conta as condições climáticas e infraestruturais dos países em desenvolvimento. A maioria das vacinas por exemplo não pode ser exposta ao calor, o que gera dificuldades enormes para organizações como MSF que realizam vacinação em áreas remotas e sem eletricidade.
As vacinas serão importantes para lidar com vários desafios apontados pela OMS, mas elas precisam ser desenvolvidas e distribuídas com foco em quem mais precisa. Muitos países apresentam recuo da cobertura vacinal, inclusive o Brasil, e as ameaças comportamentais, econômicas e políticas por trás desses dados precisam ser igualmente enfrentadas, lembrando sempre que nenhuma ameaça é insuperável se formos capazes de superar a indiferença com o sofrimento do outro.
(Felipe Carvalho, coordenador no Brasil da Campanha de Acesso de
Médicos Sem Fronteiras. Disponível em:
https://odia.ig.com.br/opiniao/2019/01/5616700-felipe-carvalho--
principais-ameacas-a-saude-em-2019.html#foto=1.)
Muitos países apresentam recuo da cobertura vacinal, inclusive o Brasil, e as ameaças comportamentais, econômicas e políticas por trás desses dados precisam ser igualmente enfrentadas, lembrando sempre que nenhuma ameaça é insuperável se formos capazes de superar a indiferença com o sofrimento do outro.” Dentre as expressões destacadas anteriormente pode-se afirmar que
 

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1292197 Ano: 2019
Disciplina: Biologia
Banca: Consulplan
Orgão: UNIFAGOC
Provas:
Alguns vírus necessitam de um hospedeiro, pois não conseguem sobreviver fora de um organismo. Outros são transmitidos por meio de vetores animais, principalmente insetos. Porém, alguns mantêm sua capacidade infectante, mesmo depois de permanecer fora de um hospedeiro, e o seu habitat é um ambiente não vivo, como o solo e a água de esgoto. Dos vírus transmitidos por esses meios, podemos citar os que causam:
 

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