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Foram encontradas 50 questões.

2100805 Ano: 2021
Disciplina: Medicina
Banca: UNIFAL
Orgão: UNIFAL
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Em relação à síndrome metabólica, é incorreto afirmar que:
 

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2100804 Ano: 2021
Disciplina: Medicina
Banca: UNIFAL
Orgão: UNIFAL
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Adolescente. 14 anos, sexo masculino, com diagnóstico de obesidade IMC 26, hipertensão, circunferência abdominal >P 90 para idade e sexo e alto risco de doença cardiovascular, retorna à consulta com resultados de exames. Hemoglobina 13,0 g/dl hematócrito 39% Leucócito 10.000 mm³ sem desvio, Plaquetas 180.000/Ul. TGO: 900 U/l TGP: 600 U/L. Glicemia de jejum 160 mg/dl. Triglicérides 190 mg/dl. HDL-C 30 mg/dl. LDL 180 mg/dl.
Com diagnóstico de Síndrome metabólica, em relação às possibilidades de tratamento desse paciente, é incorreto afirmar que:
 

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2100803 Ano: 2021
Disciplina: Medicina
Banca: UNIFAL
Orgão: UNIFAL
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Em relação à anamnese da criança com asma, identifique como verdadeira (V) ou falsa (F) cada afirmativa a seguir:
1. Os episódios de sibilância são contínuos e duradouros, sem fatores de melhora. ( )
2. A tosse é predominantemente produtiva. ( )
3. Falta de ar aos exercícios raramente está presente, exceto nos casos de crise asmática. ( )
4. Sintomas nasais concomitantes são frequentes, tais como obstrução e prurido. ( )
5. A tosse do paciente asmático ocorre principalmente à noite e ao amanhecer, sendo esse um dos principais sintomas do período intercrítico. ( )
De cima para baixo, qual é a análise correta e sequencial dessas afirmativas?
 

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2100802 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: UNIFAL
Orgão: UNIFAL
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Novo Código de Ética mira preconceito contra médicos com deficiência: 'Achavam que a Medicina não era mais para mim'
Mônica Manir
De São Paulo para a BBC News Brasil
30 junho 2019
Em 2008, quando tinha 23 anos e estava no quarto ano de Medicina, o goiano Marcos Vinícius Nunes da Silva sofreu uma lesão cervical nas vértebras C3, C4 e C5 em um acidente de carro em Porto Velho. Percebeu na hora que estava tetraplégico. "Deixei de ser estudante de Medicina para ser paciente."
Foram 11 meses de recuperação motora após à cirurgia. Mas sua tetraplegia parcial não o impediu de se formar e de atuar como clínico-geral em unidade de pronto-atendimento. "Colegas de classe, professores da faculdade e mesmo outros médicos achavam que a Medicina não era mais para mim."
Segundo ele, alguns colegas vetavam sua presença em grupos do internato, período em que o aluno de Medicina estagia em hospitais e é supervisionado em tomadas de decisão e aquisição de destreza em procedimentos. Três deles disseram à Silva que ele devia estar fazendo sessões de fisioterapia, e não frequentando a faculdade. "Julgaram meu aspecto físico, e não o meu intelectual."
Dos pacientes, a receptividade tendeu à ser outra: "Até hoje, doentes que ainda não decoraram meu nome pedem para se consultarem com o 'médico da cadeira (de rodas)'". Em 2016, três anos depois da formatura, abriu uma clínica popular em Goianésia (GO), onde já atendeu mais de 15 mil pessoas. Ali, alterna entre uma cadeira de rodas elétrica e outra manual e atende os pacientes em uma maca adaptada à sua altura.
Silva está entre os que celebram um inciso do novo Código de Ética Médica que estipula ser "direito do médico com deficiência ou com doença, nos limites de suas capacidades e da segurança dos pacientes, exercer a profissão sem ser discriminado".
(Fragmento adaptado) Disponível em: < https://www.bbc.com/portuguese/geral-48657570> Acesso em 1º nov. 2020.
Qual fragmento de texto, se reescrito sem o acento indicador de crase, mantém a obediência à norma padrão da Língua Portuguesa?
 

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2100801 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: UNIFAL
Orgão: UNIFAL
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É entre os moralistas e os educadores do século XVII que vemos formar-se esse outro sentimento da infância que estudamos no capítulo anterior e que inspirou toda a educação até o século XX, tanto na cidade como no campo, na burguesia como no povo. O apego à infância e à sua particularidade não se exprimia mais através da distração e da brincadeira, mas através do interesse psicológico e da preocupação moral. A criança não era nem divertida nem agradável: “Todo homem sente dentro de si essa insipidez da infância que repugna à razão sadia; essa aspereza da juventude, que só se sacia com objetos sensíveis e não é mais do que o esboço grosseiro do homem racional”. Assim falava El Discreto de Balthazar Gratien, um tratado sobre a educação de 1646, traduzido para o francês em 1723 por um padre jesuíta. “Só o tempo pode curar o homem da infância e da juventude, idades da imperfeição sob todos os aspectos.” Como vemos, essas opiniões devem ser recolocadas em seu contexto da época e comparadas aos outros textos para serem compreendidas. Elas já foram interpretadas por alguns historiadores como uma ignorância da infância. No entanto, devemos ver nelas o início de um sentimento sério e autêntico da infância. Pois não convinha ao adulto se acomodar à leviandade da infância: este fora o erro antigo. Era preciso antes conhecê-la melhor para corrigi-la, e os textos do fim do século XVI e do século XVII estão cheios de observações sobre a psicologia infantil. Tentava-se penetrar na mentalidade das crianças para melhor adaptar a seu nível os métodos de educação. Pois as pessoas se preocupavam muito com as crianças, consideradas, testemunhos da inocência batismal, semelhantes aos anjos e próximas a Cristo, que as havia amado. Mas esse interesse impunha que se desenvolvesse nas crianças uma razão ainda frágil e que se fizesse delas homens racionais e cristãos. O tom às vezes era austero e a ênfase recaía sobre a severidade, por oposição ao relaxamento e às facilidades dos costumes; mas nem sempre era assim. Havia também o humor, até mesmo em Jacqueline Pascal, e havia uma ternura declarada. No final do século, procurou-se conciliar doçura e a razão. Para o abade Goussault, conselheiro do Parlamento, em Le Portrait d’une honnête femme, “familiarizar-se com os próprios filhos, fazê-los falar sobre todas as coisas, tratá-los como pessoas racionais e conquistá-los pela doçura é um segredo infalível para se fazer deles o que se quiser. As crianças são plantas jovens que é preciso cultivar e regar com frequência: alguns conselhos dados na hora certa, algumas demonstrações de ternura e amizade feitas de tempos em tempos as comovem e as conquistam. Algumas carícias, alguns presentinhos, algumas palavras de confiança e cordialidade impressionam seu espírito, e poucas são as que resistem a esses meios doces e fáceis de transformá-las em pessoas honradas e probas”. A preocupação era sempre a de fazer dessas crianças pessoas honradas e probas e homens racionais.
(Fragmento) (ARIÈS, Phillipe. História social da criança e da família. Tradução de Dora Flaksman. Rio de Janeiro: Zahar Editores, 1978, p. 162-163)
No fragmento transcrito, evidencia-se que a perspectiva a respeito da infância:
 

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2100800 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: UNIFAL
Orgão: UNIFAL
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É entre os moralistas e os educadores do século XVII que vemos formar-se esse outro sentimento da infância que estudamos no capítulo anterior e que inspirou toda a educação até o século XX, tanto na cidade como no campo, na burguesia como no povo. O apego à infância e à sua particularidade não se exprimia mais através da distração e da brincadeira, mas através do interesse psicológico e da preocupação moral. A criança não era nem divertida nem agradável: “Todo homem sente dentro de si essa insipidez da infância que repugna à razão sadia; essa aspereza da juventude, que só se sacia com objetos sensíveis e não é mais do que o esboço grosseiro do homem racional”. Assim falava El Discreto de Balthazar Gratien, um tratado sobre a educação de 1646, traduzido para o francês em 1723 por um padre jesuíta. “Só o tempo pode curar o homem da infância e da juventude, idades da imperfeição sob todos os aspectos.” Como vemos, essas opiniões devem ser recolocadas em seu contexto da época e comparadas aos outros textos para serem compreendidas. Elas já foram interpretadas por alguns historiadores como uma ignorância da infância. No entanto, devemos ver nelas o início de um sentimento sério e autêntico da infância. Pois não convinha ao adulto se acomodar à leviandade da infância: este fora o erro antigo. Era preciso antes conhecê-la melhor para corrigi-la, e os textos do fim do século XVI e do século XVII estão cheios de observações sobre a psicologia infantil. Tentava-se penetrar na mentalidade das crianças para melhor adaptar a seu nível os métodos de educação. Pois as pessoas se preocupavam muito com as crianças, consideradas, testemunhos da inocência batismal, semelhantes aos anjos e próximas a Cristo, que as havia amado. Mas esse interesse impunha que se desenvolvesse nas crianças uma razão ainda frágil e que se fizesse delas homens racionais e cristãos. O tom às vezes era austero e a ênfase recaía sobre a severidade, por oposição ao relaxamento e às facilidades dos costumes; mas nem sempre era assim. Havia também o humor, até mesmo em Jacqueline Pascal, e havia uma ternura declarada. No final do século, procurou-se conciliar doçura e a razão. Para o abade Goussault, conselheiro do Parlamento, em Le Portrait d’une honnête femme, “familiarizar-se com os próprios filhos, fazê-los falar sobre todas as coisas, tratá-los como pessoas racionais e conquistá-los pela doçura é um segredo infalível para se fazer deles o que se quiser. As crianças são plantas jovens que é preciso cultivar e regar com frequência: alguns conselhos dados na hora certa, algumas demonstrações de ternura e amizade feitas de tempos em tempos as comovem e as conquistam. Algumas carícias, alguns presentinhos, algumas palavras de confiança e cordialidade impressionam seu espírito, e poucas são as que resistem a esses meios doces e fáceis de transformá-las em pessoas honradas e probas”. A preocupação era sempre a de fazer dessas crianças pessoas honradas e probas e homens racionais.
(Fragmento) (ARIÈS, Phillipe. História social da criança e da família. Tradução de Dora Flaksman. Rio de Janeiro: Zahar Editores, 1978, p. 162-163)
“Pois não convinha ao adulto se acomodar à leviandade da infância”. Nesse trecho, o sujeito da oração principal é:
 

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2069510 Ano: 2021
Disciplina: Informática
Banca: UNIFAL
Orgão: UNIFAL
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Na célula A6 de uma planilha, foi digitada a fórmula =SOMA(A3:A5). Isso significa que se forem digitados valores numéricos nas células A3, A4 e A5, a soma desses valores será apresentada na célula A6. Agora suponha que todo o conteúdo de A6 (inclusive a fórmula) tenha sido copiado para a célula B6. Assinale a alternativa que melhor explica o conteúdo da célula B6 após o procedimento de cópia.
 

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2069509 Ano: 2021
Disciplina: Informática
Banca: UNIFAL
Orgão: UNIFAL
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A frase a seguir foi escrita no editor de texto Word do Microsoft 365:
“Usar máscara é um ato de amor ao próximo.”
Nela as palavras máscara e amor são destacadas utilizando, respectivamente, as ferramentas:
 

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2069508 Ano: 2021
Disciplina: Medicina
Banca: UNIFAL
Orgão: UNIFAL
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Uma menina de 8 anos e 6 meses é levada ao ambulatório com queixa de aumento do volume das mamas bilateralmente, há 2 meses, sem aparecimento de pelos pubianos, corrimento vaginal ou outros sinais, negando também alterações do comportamento. A paciente apresenta desenvolvimento neuropsicomotor normal, está bem adaptada socialmente e está cursando o 2º ano. Ao exame, apresenta, de positivo, apenas penugem pigmentada em região pubiana e mamas M2 bilateralmente. Nesse caso, a primeira hipótese diagnóstica deve ser:
 

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2069507 Ano: 2021
Disciplina: Medicina
Banca: UNIFAL
Orgão: UNIFAL
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Considere as assertivas seguintes sobre crianças com Transtorno do Espectro Autista, identifique como verdadeira (V) ou falsa (F) cada afirmativa a seguir:
1. Apresentam grandes prejuízos na interação social e comunicação. ( )
2. Têm, em sua maioria, diagnóstico associado de deficiência intelectual. ( )
3. Geralmente iniciam o quadro clínico entre 6 e 12 anos. ( )
4. Frequentemente realizam movimentos repetitivos como flapping das mãos e balanceio do corpo. ( )
5. Apresentam, como um dos critérios diagnósticos, alucinações auditivas por um período de 7 dias. ( )
De cima para baixo, qual é a análise correta e sequencial dessas afirmativas?
 

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