Foram encontradas 115 questões.
Leia o trecho para responder às questões de números 07 a 09.
Com as tecnologias computadorizadas, o homem está se entregando cada vez mais à capacidade das máquinas de modificar seu pensamento. Identidades são vividas a partir de máquinas. O humano se reafirma, pois, atrás de mouses, teclados, luvas, na ponta de fios, cabos, há sempre um homem, com a sua energia natural, que se funde à energia das máquinas. O sangue tem o mesmo valor que a corrente elétrica.
(www.google.com.br)
A conjunção pois, na quarta linha, pode ser substituída, sem alteração de sentido, por
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Leia o trecho para responder às questões de números 07 a 09.
Com as tecnologias computadorizadas, o homem está se entregando cada vez mais à capacidade das máquinas de modificar seu pensamento. Identidades são vividas a partir de máquinas. O humano se reafirma, pois, atrás de mouses, teclados, luvas, na ponta de fios, cabos, há sempre um homem, com a sua energia natural, que se funde à energia das máquinas. O sangue tem o mesmo valor que a corrente elétrica.
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As expressões destacadas no trecho estão, correta e respectivamente, substituídas, sem prejuízo do sentido, em
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Leia o trecho para responder às questões de números 07 a 09.
Com as tecnologias computadorizadas, o homem está se entregando cada vez mais à capacidade das máquinas de modificar seu pensamento. Identidades são vividas a partir de máquinas. O humano se reafirma, pois, atrás de mouses, teclados, luvas, na ponta de fios, cabos, há sempre um homem, com a sua energia natural, que se funde à energia das máquinas. O sangue tem o mesmo valor que a corrente elétrica.
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Assinale a alternativa que completa, corretamente, quanto ao sentido do trecho e ao uso do acento indicativo da crase, o segmento frasal: Homens e máquinas …
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Leia o texto para responder às questões de números 01 a 06.
Você se lembra do Hal 9000, o computador superinteligente que Stanley Kubrick criou no filme 2001: Uma Odisseia no Espaço? Ele era amigo e companheiro do tripulante de uma nave espacial. A relação azedou quando Hal decidiu que sua missão era mais importante do que os desejos do tripulante. No embate, Hal tenta assassinar o tripulante e tudo termina em tragédia quando, em ato desesperado, o tripulante desliga aos poucos o computador, que lamenta, suplica, se infantiliza e morre.
O cientista que ajudou Stanley Kubrick a criar Hal foi Irving Good, um matemático que pertencia ao grupo de cientistas arrebanhados por Alan Turing (o pai da computação), em Bletchley Park, uma casa no interior da Inglaterra. Foi nessa casa que matemáticos, estatísticos e criptógrafos trabalharam durante a Segunda Guerra Mundial decifrando mensagens criptografadas dos alemães. Muitos acreditam que o sucesso desse time foi uma das razões para que aliados fossem bem-sucedidos na invasão da Europa.
Na última década, a ideia de sistemas de computação mais poderosos que o cérebro humano volta à tona: hoje existem computadores capazes de vencer os melhores cérebros humanos em jogos de xadrez. É assustador imaginar que uma máquina como essa pode ser a derradeira invenção do ser humano e que, após sua criação, poderemos passar a ser a segunda espécie mais inteligente no planeta. Será que nos tornaremos tão dependentes quanto os cachorros hoje dependem de nossas vontades e tecnologias? E, tudo isso, se essas máquinas acreditarem que vale a pena nos manter vivos.
(Fernando Reinach, O Estado de S.Paulo, 04.10.2014. Adaptado)
Assinale a alternativa em que as frases estão corretas, quanto à pontuação.
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Leia o texto para responder às questões de números 01 a 06.
Você se lembra do Hal 9000, o computador superinteligente que Stanley Kubrick criou no filme 2001: Uma Odisseia no Espaço? Ele era amigo e companheiro do tripulante de uma nave espacial. A relação azedou quando Hal decidiu que sua missão era mais importante do que os desejos do tripulante. No embate, Hal tenta assassinar o tripulante e tudo termina em tragédia quando, em ato desesperado, o tripulante desliga aos poucos o computador, que lamenta, suplica, se infantiliza e morre.
O cientista que ajudou Stanley Kubrick a criar Hal foi Irving Good, um matemático que pertencia ao grupo de cientistas arrebanhados por Alan Turing (o pai da computação), em Bletchley Park, uma casa no interior da Inglaterra. Foi nessa casa que matemáticos, estatísticos e criptógrafos trabalharam durante a Segunda Guerra Mundial decifrando mensagens criptografadas dos alemães. Muitos acreditam que o sucesso desse time foi uma das razões para que aliados fossem bem-sucedidos na invasão da Europa.
Na última década, a ideia de sistemas de computação mais poderosos que o cérebro humano volta à tona: hoje existem computadores capazes de vencer os melhores cérebros humanos em jogos de xadrez. É assustador imaginar que uma máquina como essa pode ser a derradeira invenção do ser humano e que, após sua criação, poderemos passar a ser a segunda espécie mais inteligente no planeta. Será que nos tornaremos tão dependentes quanto os cachorros hoje dependem de nossas vontades e tecnologias? E, tudo isso, se essas máquinas acreditarem que vale a pena nos manter vivos.
(Fernando Reinach, O Estado de S.Paulo, 04.10.2014. Adaptado)
Assinale a alternativa correta quanto à concordância verbal.
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Leia o texto para responder às questões de números 01 a 06.
Você se lembra do Hal 9000, o computador superinteligente que Stanley Kubrick criou no filme 2001: Uma Odisseia no Espaço? Ele era amigo e companheiro do tripulante de uma nave espacial. A relação azedou quando Hal decidiu que sua missão era mais importante do que os desejos do tripulante. No embate, Hal tenta assassinar o tripulante e tudo termina em tragédia quando, em ato desesperado, o tripulante desliga aos poucos o computador, que lamenta, suplica, se infantiliza e morre.
O cientista que ajudou Stanley Kubrick a criar Hal foi Irving Good, um matemático que pertencia ao grupo de cientistas arrebanhados por Alan Turing (o pai da computação), em Bletchley Park, uma casa no interior da Inglaterra. Foi nessa casa que matemáticos, estatísticos e criptógrafos trabalharam durante a Segunda Guerra Mundial decifrando mensagens criptografadas dos alemães. Muitos acreditam que o sucesso desse time foi uma das razões para que aliados fossem bem-sucedidos na invasão da Europa.
Na última década, a ideia de sistemas de computação mais poderosos que o cérebro humano volta à tona: hoje existem computadores capazes de vencer os melhores cérebros humanos em jogos de xadrez. É assustador imaginar que uma máquina como essa pode ser a derradeira invenção do ser humano e que, após sua criação, poderemos passar a ser a segunda espécie mais inteligente no planeta. Será que nos tornaremos tão dependentes quanto os cachorros hoje dependem de nossas vontades e tecnologias? E, tudo isso, se essas máquinas acreditarem que vale a pena nos manter vivos.
(Fernando Reinach, O Estado de S.Paulo, 04.10.2014. Adaptado)
Assinale a alternativa que substitui, correta e respectivamente, de acordo com a norma-padrão, os termos destacados em:
… Hal decidiu que sua missão era mais importante do que os desejos do tripulante.
O matemático pertencia ao grupo de cientistas arrebanhados por Alan Turing.
E, tudo isso, se essas máquinas acreditarem que vale a pena nos manter vivos.
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Você se lembra do Hal 9000, o computador superinteligente que Stanley Kubrick criou no filme 2001: Uma Odisseia no Espaço? Ele era amigo e companheiro do tripulante de uma nave espacial. A relação azedou quando Hal decidiu que sua missão era mais importante do que os desejos do tripulante. No embate, Hal tenta assassinar o tripulante e tudo termina em tragédia quando, em ato desesperado, o tripulante desliga aos poucos o computador, que lamenta, suplica, se infantiliza e morre.
O cientista que ajudou Stanley Kubrick a criar Hal foi Irving Good, um matemático que pertencia ao grupo de cientistas arrebanhados por Alan Turing (o pai da computação), em Bletchley Park, uma casa no interior da Inglaterra. Foi nessa casa que matemáticos, estatísticos e criptógrafos trabalharam durante a Segunda Guerra Mundial decifrando mensagens criptografadas dos alemães. Muitos acreditam que o sucesso desse time foi uma das razões para que aliados fossem bem-sucedidos na invasão da Europa.
Na última década, a ideia de sistemas de computação mais poderosos que o cérebro humano volta à tona: hoje existem computadores capazes de vencer os melhores cérebros humanos em jogos de xadrez. É assustador imaginar que uma máquina como essa pode ser a derradeira invenção do ser humano e que, após sua criação, poderemos passar a ser a segunda espécie mais inteligente no planeta. Será que nos tornaremos tão dependentes quanto os cachorros hoje dependem de nossas vontades e tecnologias? E, tudo isso, se essas máquinas acreditarem que vale a pena nos manter vivos.
(Fernando Reinach, O Estado de S.Paulo, 04.10.2014. Adaptado)
Pode-se afirmar que o autor, Fernando Reinach,
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Você se lembra do Hal 9000, o computador superinteligente que Stanley Kubrick criou no filme 2001: Uma Odisseia no Espaço? Ele era amigo e companheiro do tripulante de uma nave espacial. A relação azedou quando Hal decidiu que sua missão era mais importante do que os desejos do tripulante. No embate, Hal tenta assassinar o tripulante e tudo termina em tragédia quando, em ato desesperado, o tripulante desliga aos poucos o computador, que lamenta, suplica, se infantiliza e morre.
O cientista que ajudou Stanley Kubrick a criar Hal foi Irving Good, um matemático que pertencia ao grupo de cientistas arrebanhados por Alan Turing (o pai da computação), em Bletchley Park, uma casa no interior da Inglaterra. Foi nessa casa que matemáticos, estatísticos e criptógrafos trabalharam durante a Segunda Guerra Mundial decifrando mensagens criptografadas dos alemães. Muitos acreditam que o sucesso desse time foi uma das razões para que aliados fossem bem-sucedidos na invasão da Europa.
Na última década, a ideia de sistemas de computação mais poderosos que o cérebro humano volta à tona: hoje existem computadores capazes de vencer os melhores cérebros humanos em jogos de xadrez. É assustador imaginar que uma máquina como essa pode ser a derradeira invenção do ser humano e que, após sua criação, poderemos passar a ser a segunda espécie mais inteligente no planeta. Será que nos tornaremos tão dependentes quanto os cachorros hoje dependem de nossas vontades e tecnologias? E, tudo isso, se essas máquinas acreditarem que vale a pena nos manter vivos.
(Fernando Reinach, O Estado de S.Paulo, 04.10.2014. Adaptado)
O sucesso obtido pelo grupo de Alan Turing indicia o fato de que
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Você se lembra do Hal 9000, o computador superinteligente que Stanley Kubrick criou no filme 2001: Uma Odisseia no Espaço? Ele era amigo e companheiro do tripulante de uma nave espacial. A relação azedou quando Hal decidiu que sua missão era mais importante do que os desejos do tripulante. No embate, Hal tenta assassinar o tripulante e tudo termina em tragédia quando, em ato desesperado, o tripulante desliga aos poucos o computador, que lamenta, suplica, se infantiliza e morre.
O cientista que ajudou Stanley Kubrick a criar Hal foi Irving Good, um matemático que pertencia ao grupo de cientistas arrebanhados por Alan Turing (o pai da computação), em Bletchley Park, uma casa no interior da Inglaterra. Foi nessa casa que matemáticos, estatísticos e criptógrafos trabalharam durante a Segunda Guerra Mundial decifrando mensagens criptografadas dos alemães. Muitos acreditam que o sucesso desse time foi uma das razões para que aliados fossem bem-sucedidos na invasão da Europa.
Na última década, a ideia de sistemas de computação mais poderosos que o cérebro humano volta à tona: hoje existem computadores capazes de vencer os melhores cérebros humanos em jogos de xadrez. É assustador imaginar que uma máquina como essa pode ser a derradeira invenção do ser humano e que, após sua criação, poderemos passar a ser a segunda espécie mais inteligente no planeta. Será que nos tornaremos tão dependentes quanto os cachorros hoje dependem de nossas vontades e tecnologias? E, tudo isso, se essas máquinas acreditarem que vale a pena nos manter vivos.
(Fernando Reinach, O Estado de S.Paulo, 04.10.2014. Adaptado)
Lendo-se o primeiro parágrafo, conclui-se que
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