Foram encontradas 50 questões.
Avalie as afirmativas sobre cultura.
I. A cultura organizacional é soma total de valores, costumes, tradições e propósitos que fazem com que uma organização seja singular.
II. A cultura organizacional não ajuda a ordenar as organizações de acordo com a qualidade dos seus sistemas de gestão.
III. A cultura não envolve os cargos de chefia ou assessoria de uma organização.
IV. A cultura organizacional pode constituir uma fonte de resistência à mudança organizacional, já que um pressuposto internalizado como verdade pode sair do nível de consciência e tornar-se uma verdade inquestionável.
V. A cultura organização está relacionada com os mitos, crenças, valores, heróis e normas que o grupo estabeleceu para relacionar-se.
Assinale a alternativa que julga corretamente as afirmativas.
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No senso comum, organizar-se é uma forma de “ter tudo arrumado para projetar ações etc”, referindo-se ainda organizar ao processo de alocar os diversos recursos para o alcance dos objetivos organizacionais. Quanto ao conceito organização (entidade, instituição), analise as afirmativas abaixo.
I. Organização consiste num grupo humano, composto por especialistas que trabalham em conjunto numa atividade comum.
II. Existe uma organização todas as vezes que duas ou mais pessoas interagem para alcançar determinado objetivo.
III. Uma organização é um sistema de recursos que procura realizar algum tipo de objetivos ou conjuntos de objetivos.
IV. Organização é uma entidade social dirigida a metas e deliberadamente estruturada.
V. Organizações do terceiro setor visam ao lucro e ocupam o espaço deixado pelo estado.
Assinale a alternativa que julga corretamente as afirmativas.
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O tema controle perpassa por todo tipo de processo organizacional, portanto é decisivo para a administração pública. Esse tema envolve uma série de mecanismos, tais como: quem controla, quais os instrumentos com que se conta para isso e quais os critérios a partir dos quais ele é exercido. Assinale a alternativa que NÃO retrata corretamente os pressupostos do tema.
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Sobre as funções administrativas planejamento, organização, execução e controle, é correto afirmar que:
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A administração pública é dividida em administração direta e indireta. Fazem parte da administração indireta:
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O Decreto Lei nº 200, de 25 de fevereiro de 1967, destacou que as atividades da administração federal obedecerão aos seguintes princípios fundamentais:
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Assinale a alternativa que indica corretamente as características de uma administração pública gerencial.
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TEXTO
A insistência com que a presidenta!$ ^{(A)} !$ fala às brasileiras!$ ^{(B)} !$, além de causar a ira do senador!$ ^{(C)} !$ goiano Demóstenes Torres, acusando-a de fazer um governo de gênero, levando a crer que está deixando para um segundo plano o eleitorado masculino, atrai a curiosidade dos analistas.
Na edição de 22 de setembro de 2011, a Folha de S Paulo tem por foto principal de capa a abertura da Assembleia Geral da ONU, em Nova York, onde se lê na legenda: “em discurso de 25 minutos, Dilma destacou o fato de, pela primeira vez, uma mulher abrir a Assembleia Geral”. Essa forma de endereçamento de sua comunicação, a partir do gênero feminino, poderia correr o risco de ser mal interpretada naquilo que realmente diz.
Nelson de Sá, articulista da Folha, diz referindo-se aos sites de jornais: “E o Daily Beast, site da Newsweek, revista que dedicou a ela a sua capa, deu como manchete ‘Dilma se bate pelas mulheres’. E continua: “embora tenha seguido o roteiro lulista de se apresentar como representante!$ ^{(D)} !$ de um grupo oprimido, as mulheres, e defender a nação palestina, seu foco maior e urgente estava na deterioração da economia”. Em seus quatro primeiros parágrafos, a presidenta Dilma fala a partir de seu “lugar de fala”, presidenta do Brasil. Assim se expressa na página 16A da Folha: “Pela primeira vez, na história das Nações Unidas, uma voz feminina inaugura o debate geral. É a voz da democracia e da igualdade se ampliando nesta tribuna que tem o compromisso de ser a mais representativa do mundo. É com humildade pessoal, mas, com justificado orgulho de mulher, que vivo esse momento histórico. Divido esta emoção com mais da metade dos seres humanos deste planeta, que, como eu, nasceram mulher, e que, com tenacidade, estão ocupando o lugar que merecem no mundo. Tenho certeza, senhoras e senhores, de que este será o século das mulheres. Na língua portuguesa, palavras como vida, alma e esperança pertencem ao gênero feminino. E são também femininas duas outras palavras muito especiais para mim: coragem e sinceridade. Pois é com coragem e sinceridade que quero lhes falar no dia de hoje”.
Ora, este seu lugar de fala e o desejo de se comunicar com as mulheres de todo o mundo mostrariam um certo partis-pris. Afinal o mundo é composto de homens e mulheres. Caímos na questão das figuras de linguagem, muito comuns em discursos pomposos, como o da ONU. São metáforas, isto é, deslocamentos de sentidos (meta-forum = lugar além), desejo de falar para toda a humanidade, mas personificando-se nas mulheres. São metonímias, em que se ajusta um sentido ao outro, substitui-se um sentido pelo outro, mas mantém-se a coerência do discurso. Diria que são principalmente alegorias, figuras que dão ao discurso a ideia do outro (da outra), presente na raiz grega da palavra. Quando se fala alegoricamente, quer-se chamar a presença do outro no discurso. Assim, a presidenta, ao falar às mulheres, também fala ao outro. Enfaticamente deseja lembrar a figura da mulher, aquela que há muito, neste mundo, vem sendo subjugada, vem sendo minoria. Mas com isso não deseja excluir de sua fala o seu semelhante.
A presidenta Dilma, certamente por uma questão de marketing de seu governo, se permite dizer que este é o século das mulheres. Existe também uma visão diabólica da alegoria, que luta contra a mesmice do simbólico. É uma questão de dinâmica discursiva, prevista nos jogos de linguagem, feitos de consensos e discordâncias. Dilma pode ser presidenta e presidente, mas prioriza a sua interlocução com as mulheres e, com isso, não deixa de falar com os homens. Possui, certamente, um discurso afinado com a emancipação feminina, mas não faz um governo de gênero, como clama o senador goiano, ela discursa metafórica e alegoricamente dos lugares femininos, que certamente lhe dão maior sabor. Coisas e ideias de seu marqueteiro!$ ^{(E)} !$? Pode ser, mas muito mais a manifestação do poder retórico da linguagem.
Adaptado de: DAYRELL, Sérgio. Por que a presidenta fala às mulheres? Jornal O Povo. Disponível em:
http://publica.opovo.com.br/page,528,109.html?i=2308414&meta_type=noticia&schema=noticia_128033434835
Assinale a palavra cuja variação de gênero é marcada apenas sintaticamente.
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- PODC: Processo OrganizacionalProcesso Administrativo: OrganizaçãoEstrutura OrganizacionalEstruturas de Mintzberg
Administrar é:
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TEXTO
A insistência com que a presidenta fala às brasileiras, além de causar a ira do senador goiano Demóstenes Torres, acusando-a de fazer um governo de gênero, levando a crer que está deixando para um segundo plano o eleitorado masculino, atrai a curiosidade dos analistas.
Na edição de 22 de setembro de 2011, a Folha de S Paulo tem por foto principal de capa a abertura da Assembleia Geral da ONU, em Nova York, onde se lê na legenda: “em discurso de 25 minutos, Dilma destacou o fato de, pela primeira vez, uma mulher abrir a Assembleia Geral”. Essa forma de endereçamento de sua comunicação, a partir do gênero feminino, poderia correr o risco de ser mal interpretada!$ ^{(A)} !$ naquilo que realmente diz.
Nelson de Sá, articulista da Folha, diz referindo-se aos sites de jornais: “E o Daily Beast, site da Newsweek, revista que dedicou a ela a sua capa, deu como manchete ‘Dilma se bate pelas mulheres’. E continua: “embora tenha seguido o roteiro lulista de se apresentar como representante de um grupo oprimido, as mulheres, e defender a nação palestina, seu foco maior e urgente estava na deterioração da economia”. Em seus quatro primeiros parágrafos, a presidenta Dilma fala a partir de seu “lugar de fala”, presidenta do Brasil. Assim se expressa na página 16A da Folha: “Pela primeira vez, na história das Nações Unidas, uma voz feminina inaugura o debate geral. É a voz da democracia e da igualdade se ampliando nesta tribuna que tem o compromisso de ser a mais representativa do mundo. É com humildade pessoal, mas, com justificado orgulho de mulher, que vivo esse momento histórico. Divido esta emoção com mais da metade dos seres humanos deste planeta, que, como eu, nasceram mulher, e que, com tenacidade, estão ocupando o lugar que merecem no mundo. Tenho certeza, senhoras e senhores, de que este será o século das mulheres. Na língua portuguesa, palavras como vida, alma e esperança pertencem ao gênero feminino. E são também femininas duas outras palavras muito especiais para mim: coragem e sinceridade. Pois é com coragem e sinceridade que quero lhes falar no dia de hoje”.
Ora, este seu lugar de fala e o desejo de se comunicar com as mulheres de todo o mundo mostrariam um certo partis-pris. Afinal o mundo é composto de homens e mulheres. Caímos na questão das figuras de linguagem, muito comuns em discursos pomposos, como o da ONU. São metáforas, isto é, deslocamentos de sentidos (meta-forum = lugar além), desejo de falar para toda a humanidade!$ ^{(B)} !$, mas personificando-se nas mulheres. São metonímias, em que se ajusta um sentido ao outro!$ ^{(C)} !$, substitui-se um sentido pelo outro, mas mantém-se a coerência do discurso. Diria que são principalmente alegorias, figuras que dão ao discurso a ideia do outro (da outra), presente na raiz grega da palavra. Quando se fala alegoricamente, quer-se chamar a presença do outro no discurso. Assim, a presidenta, ao falar às mulheres, também fala ao outro. Enfaticamente deseja lembrar a figura da mulher, aquela que há muito, neste mundo, vem sendo subjugada, vem sendo minoria. Mas com isso não deseja excluir de sua fala o seu semelhante.
A presidenta Dilma, certamente por uma questão de marketing de seu governo, se permite dizer que este é o século das mulheres. Existe também uma visão diabólica da alegoria, que luta contra a mesmice do simbólico!$ ^{(D)} !$. É uma questão de dinâmica discursiva, prevista nos jogos de linguagem, feitos de consensos e discordâncias. Dilma pode ser presidenta e presidente, mas prioriza a sua interlocução com as mulheres e, com isso, não deixa de falar com os homens. Possui, certamente, um discurso afinado com a emancipação feminina, mas não faz um governo de gênero, como clama o senador goiano!$ ^{(E)} !$, ela discursa metafórica e alegoricamente dos lugares femininos, que certamente lhe dão maior sabor. Coisas e ideias de seu marqueteiro? Pode ser, mas muito mais a manifestação do poder retórico da linguagem.
Adaptado de: DAYRELL, Sérgio. Por que a presidenta fala às mulheres? Jornal O Povo. Disponível em:
http://publica.opovo.com.br/page,528,109.html?i=2308414&meta_type=noticia&schema=noticia_128033434835
A oração subordinada está corretamente analisada em:
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