Foram encontradas 90 questões.
Marta comprou um par de sapatos por R$ 45,00 e um par de botas por R$ 55,00. É CORRETO afirmar que o total gasto por Marta foi
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Marque qual é a alternativa CORRETA que corresponde à medida do perímetro de um quadrado, cujos lados medem 14 centímetros (cm).
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O quadro abaixo apresenta a quantidade de dias de chuva em determinada cidade durante um período de 6meses. Com base nas informações do quadro, é CORRETO afirmar que, no total, a quantidade de dias em que houve chuva foi de
Mês | Quantidade de dias em que houve chuva |
Janeiro | 7 |
Fevereiro | 11 |
Março | 9 |
Abril | 8 |
Maio | 4 |
Junho | 5 |
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Um mercado anuncia a oferta de garrafas de água mineral da seguinte forma: a cada 10 unidades compradas será dado ao cliente 10% de desconto. Se cada garrafa custa R$ 2,50, então é CORRETO afirmar que, na compra de 10 garrafas, o cliente pagará
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Marcos fez uma reforma em sua casa e anotou, conforme o quadro abaixo, o total gasto com cada material. Assim, é CORRETO afirmar que o total gasto por Marcos na reforma foi
Material | Valor |
Tijolos | 250,00 |
Cimento | 120,00 |
Areia | 50,00 |
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Choro
Eram todos negros: uma viola, um clarinete, um pandeiro e uma cabaça. Juntaram-se na varandinha de uma casa abandonada e ali ficaram chorando valsas, repinicando sambas. E a gente veio se ajuntando, calada, ouvindo. Alguém mandou no botequim da esquina trazer cerveja e cachaça. E em pé na calçada, ou sentados no chão da varanda, ou nos canteiros do jardinzinho, todos ficamos em silêncio ouvindo os negros.
Os que ouviam não batiam palmas nem pediam música nenhuma; ficavam simplesmente bebendo em silêncio aquele choro, o floreio do clarinete, o repinicado vivo e triste da viola.
Só essa música que nos arrasta e prende, nos dá alegria e tristeza, nos leva a outras noites de emoções – e grátis. Ainda há boas coisas grátis, nesta cidade de coisas tão caras e de tanta falta de coisas. Grátis –um favor dos negros.
Alma grátis, poesia grátis, duas horas de felicidade grátis – sim, só da gente do povo podemos esperar uma coisa assim nesta cidade de ganância e de injustiça. Só o pobre tem tanta riqueza para dar de graça.
Texto adaptado de Rubem Braga. Um pé de milho. 5ª ed., Rio de Janeiro: Record, 1993, p. 104-105.
Em “Só da gente do povo podemos esperar uma coisa assim nesta cidade de ganância e de injustiça.” O efeito de sentido produzido por esta construção é retomado apenas em
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Choro
Eram todos negros: uma viola, um clarinete, um pandeiro e uma cabaça. Juntaram-se na varandinha de uma casa abandonada e ali ficaram chorando valsas, repinicando sambas. E a gente veio se ajuntando, calada, ouvindo. Alguém mandou no botequim da esquina trazer cerveja e cachaça. E em pé na calçada, ou sentados no chão da varanda, ou nos canteiros do jardinzinho, todos ficamos em silêncio ouvindo os negros.
Os que ouviam não batiam palmas nem pediam música nenhuma; ficavam simplesmente bebendo em silêncio aquele choro, o floreio do clarinete, o repinicado vivo e triste da viola.
Só essa música que nos arrasta e prende, nos dá alegria e tristeza, nos leva a outras noites de emoções – e grátis. Ainda há boas coisas grátis, nesta cidade de coisas tão caras e de tanta falta de coisas. Grátis –um favor dos negros.
Alma grátis, poesia grátis, duas horas de felicidade grátis – sim, só da gente do povo podemos esperar uma coisa assim nesta cidade de ganância e de injustiça. Só o pobre tem tanta riqueza para dar de graça.
Texto adaptado de Rubem Braga. Um pé de milho. 5ª ed., Rio de Janeiro: Record, 1993, p. 104-105.
Em: “ficavam simplesmente bebendo em silêncio aquele choro.” O sentido produzido por Bebendo, no texto, NÃO pode ser substituído apenas por
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Choro
Eram todos negros: uma viola, um clarinete, um pandeiro e uma cabaça. Juntaram-se na varandinha de uma casa abandonada e ali ficaram chorando valsas, repinicando sambas. E a gente veio se ajuntando, calada, ouvindo. Alguém mandou no botequim da esquina trazer cerveja e cachaça. E em pé na calçada, ou sentados no chão da varanda, ou nos canteiros do jardinzinho, todos ficamos em silêncio ouvindo os negros.
Os que ouviam não batiam palmas nem pediam música nenhuma; ficavam simplesmente bebendo em silêncio aquele choro, o floreio do clarinete, o repinicado vivo e triste da viola.
Só essa música que nos arrasta e prende, nos dá alegria e tristeza, nos leva a outras noites de emoções – e grátis. Ainda há boas coisas grátis, nesta cidade de coisas tão caras e de tanta falta de coisas. Grátis –um favor dos negros.
Alma grátis, poesia grátis, duas horas de felicidade grátis – sim, só da gente do povo podemos esperar uma coisa assim nesta cidade de ganância e de injustiça. Só o pobre tem tanta riqueza para dar de graça.
Texto adaptado de Rubem Braga. Um pé de milho. 5ª ed., Rio de Janeiro: Record, 1993, p. 104-105.
Em “Os que ouviam não batiam palmas nem pediam música nenhuma.” Produz, no texto, sentido de que os ouvintes
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Choro
Eram todos negros: uma viola, um clarinete, um pandeiro e uma cabaça. Juntaram-se na varandinha de uma casa abandonada e ali ficaram chorando valsas, repinicando sambas. E a gente veio se ajuntando, calada, ouvindo. Alguém mandou no botequim da esquina trazer cerveja e cachaça. E em pé na calçada, ou sentados no chão da varanda, ou nos canteiros do jardinzinho, todos ficamos em silêncio ouvindo os negros.
Os que ouviam não batiam palmas nem pediam música nenhuma; ficavam simplesmente bebendo em silêncio aquele choro, o floreio do clarinete, o repinicado vivo e triste da viola.
Só essa música que nos arrasta e prende, nos dá alegria e tristeza, nos leva a outras noites de emoções – e grátis. Ainda há boas coisas grátis, nesta cidade de coisas tão caras e de tanta falta de coisas. Grátis –um favor dos negros.
Alma grátis, poesia grátis, duas horas de felicidade grátis – sim, só da gente do povo podemos esperar uma coisa assim nesta cidade de ganância e de injustiça. Só o pobre tem tanta riqueza para dar de graça.
Texto adaptado de Rubem Braga. Um pé de milho. 5ª ed., Rio de Janeiro: Record, 1993, p. 104-105.
“E ali ficaram chorando valsas.” Sem perder o sentido do texto, Chorar pode ser substituído apenas por
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Choro
Eram todos negros: uma viola, um clarinete, um pandeiro e uma cabaça. Juntaram-se na varandinha de uma casa abandonada e ali ficaram chorando valsas, repinicando sambas. E a gente veio se ajuntando, calada, ouvindo. Alguém mandou no botequim da esquina trazer cerveja e cachaça. E em pé na calçada, ou sentados no chão da varanda, ou nos canteiros do jardinzinho, todos ficamos em silêncio ouvindo os negros.
Os que ouviam não batiam palmas nem pediam música nenhuma; ficavam simplesmente bebendo em silêncio aquele choro, o floreio do clarinete, o repinicado vivo e triste da viola.
Só essa música que nos arrasta e prende, nos dá alegria e tristeza, nos leva a outras noites de emoções – e grátis. Ainda há boas coisas grátis, nesta cidade de coisas tão caras e de tanta falta de coisas. Grátis –um favor dos negros.
Alma grátis, poesia grátis, duas horas de felicidade grátis – sim, só da gente do povo podemos esperar uma coisa assim nesta cidade de ganância e de injustiça. Só o pobre tem tanta riqueza para dar de graça.
Texto adaptado de Rubem Braga. Um pé de milho. 5ª ed., Rio de Janeiro: Record, 1993, p. 104-105.
“Eram todos negros: uma viola, um clarinete, um pandeiro e uma cabaça”. A que/quem o autor se refere?
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