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Dr. James Cyriax criou um exame funcional baseado na análise de tecido passivo e contrátil, sendo o tecido passivo aquele que não tem habilidade contrátil própria. Tal avaliação é feita por meio do que é conhecido como percepção final, ou seja, a sensação do paciente, percebida pelo examinador, no final da amplitude de movimento passivo estressado.
Quando o examinador sente que é possível haver mais movimento, mas o paciente exige que o movimento pare em razão de dor forte, a percepção final é classificada como
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Os distúrbios sensoriais trazem implicações funcionais significativas para o paciente, sendo importante a identificação dessas alterações.
Um dos testes sensoriais proprioceptivos é o de Cinestesia que avalia a capacidade de
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O traumatismo raquimedular (TRM) é uma condição que, dependendo da gravidade, causa alterações significativas na vida do paciente e de sua família. A abordagem de reabilitação inicial inclui todas as intervenções terapêuticas durante os estágios crítico e agudo, objetivando prevenir complicações secundárias e preparando o paciente para participar totalmente da reabilitação.
Uma das complicações possíveis e a respectiva intervenção são
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O edema agudo dos pulmões é uma das principais causas de insuficiência respiratória, na qual se faz necessário o uso de suporte ventilatório.
O uso do CPAP (pressão contínua nas vias aéreas) no auxílio do tratamento da insuficiência cardíaca congestiva resulta nas seguintes alterações hemodinâmicas:
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O reconhecimento e o tratamento fisioterapêutico da exacerbação aguda da Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC) devem ser realizados o mais breve possível. Nesse sentido, considere o seguinte caso clínico. LFM, 70 anos de idade, com DPOC de longa duração, é internado no hospital, e o exame físico revela diminuição bilateral dos ruídos respiratórios, sem a presença de sibilos. A gasometria arterial realizada em ar ambiente apresenta:
PaO2 = 48 mmHg
PCO2 = 67 mmHg
pH = 7,30
HCO3 = 30 mEq/L
Qual distúrbio gasométrico o paciente apresenta e qual o tratamento fisioterapêutico adequado?
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A ventilação não invasiva realizada com 2 níveis de pressão (bilevel) é caracterizada pelo nível IPAP e pelo nível EPAP.
Se o nível de IPAP for aumentado e o do EPAP for mantido, o que acontecerá com o diferencial de pressão mantido nas vias aéreas e com o volume corrente?
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Uma úlcera por pressão é um tipo de lesão que pode complicar o tratamento de muitos pacientes em um pré ou pós-operatório. Por isso, é importante que o paciente, ao ser internado, seja avaliado para determinar o potencial de risco de desenvolvimento desse tipo de lesão e, se necessário, deve-se iniciar logo um programa de prevenção.
A avaliação deverá considerar, além da pressão sobre as proeminências ósseas, os seguintes fatores de risco:
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Leia atentamente a situação-problema abaixo e, com base no exposto, responda à questão.
AVS, sexo masculino, nascido com 25 semanas de idade gestacional há 4 dias. Evoluiu com a síndrome do desconforto respiratório do recém-nascido, necessitando de 3 doses de surfactante pulmonar exógeno. No momento, ventila mecanicamente, em modo SIMV+PSV, FiO2 de 60%, bem adaptado ao ventilador mecânico. Estável hemodinamicamente, sem sedação. Síntese do exame físico: Recém-nascido corado, hidratado, anictérico, ativo e reativo ao manuseio. FR = 50 irpm; FC = 142 bpm; Temperatura corporal de 36,8º C; SaO2 = 89% e Escala NIPS= 2 (sem dor no momento do exame). À inspeção, apresenta extensão corporal, com abdução e rotação externa da articulação coxo-femoral, hipotonia global, ombros e esterno elevados com aumento do diâmetro látero-lateral e ântero-posterior do tórax. Ausculta pulmonar com murmúrio vesicular audível, com estertores crepitantes difusos e secreção em média quantidade. Tratamento fisioterapêutico instituído: 1. Cinesioterapia respiratória e motora global; 2. Técnica de expiração lenta prolongada; 3. Aspiração do tubo orotraqueal e das vias aéreas superiores e; 4. Posicionamento terapêutico na posição prona (com uso de coxins e rolos), durante a primeira hora subsequente ao atendimento.
A posição prona é largamente utilizada nas unidades de terapia intensiva neonatais e tem diversos efeitos sobre os recém-nascidos internados.
Quais as possíveis repercussões do uso da posição prona para o recém-nascido apresentado na situação -problema?
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Leia atentamente a situação-problema abaixo e, com base no exposto, responda à questão.
AVS, sexo masculino, nascido com 25 semanas de idade gestacional há 4 dias. Evoluiu com a síndrome do desconforto respiratório do recém-nascido, necessitando de 3 doses de surfactante pulmonar exógeno. No momento, ventila mecanicamente, em modo SIMV+PSV, FiO2 de 60%, bem adaptado ao ventilador mecânico. Estável hemodinamicamente, sem sedação. Síntese do exame físico: Recém-nascido corado, hidratado, anictérico, ativo e reativo ao manuseio. FR = 50 irpm; FC = 142 bpm; Temperatura corporal de 36,8º C; SaO2 = 89% e Escala NIPS= 2 (sem dor no momento do exame). À inspeção, apresenta extensão corporal, com abdução e rotação externa da articulação coxo-femoral, hipotonia global, ombros e esterno elevados com aumento do diâmetro látero-lateral e ântero-posterior do tórax. Ausculta pulmonar com murmúrio vesicular audível, com estertores crepitantes difusos e secreção em média quantidade. Tratamento fisioterapêutico instituído: 1. Cinesioterapia respiratória e motora global; 2. Técnica de expiração lenta prolongada; 3. Aspiração do tubo orotraqueal e das vias aéreas superiores e; 4. Posicionamento terapêutico na posição prona (com uso de coxins e rolos), durante a primeira hora subsequente ao atendimento.
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A encefalopatia crônica da infância (ECI) ou paralisia cerebral pode ser caracterizada como uma desordem não progressiva, com comprometimento principalmente da postura e do movimento, além de deficit sensorial a partir de uma lesão precoce do sistema nervoso central. O sistema respiratório, secundariamente, também sofre prejuízos e pode levar a criança com ECI a internações hospitalares sucessivas. Considere as características do sistema respiratório da criança com quadriplegia espástica.
I - aumento da capacidade de realizar suspiros, o que auxilia na movimentação das secreções facilitando a expectoração.
II - padrão superficial de respiração que pode ocasionar hipoventilação alveolar, atelectasias e hipoxemia.
III - padrão restritivo pulmonar, com piora progressiva das trocas gasosas alveolares nos casos de mau posicionamento da criança por períodos prolongados.
IV - alteração da frequência respiratória, hipercapnia e encurtamento do diafragma, visto que é pouco solicitado na sua amplitude de movimento ideal.
São características do sistema respiratório da criança com quadriplegia espástica APENAS as apresentadas em
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