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De acordo com a NR-6, o respirador de fuga deve ser usado pelo empregado para proteção das vias respiratórias contra agentes químicos em condições de escape de atmosferas IPVS ou com concentração de oxigênio menor que 18 % em volume. A sigla IPVS no texto da NR-6 significa:
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NUMA CIDADE AVANÇADA, RICOS USAM O
TRANSPORTE PÚBLICO
TRANSPORTE PÚBLICO
A única forma de reduzir os congestionamentos é restringir o uso do carro. Para Enrique Peñalosa, prefeito de Bogotá de 1998 a 2001 e responsável por iniciar a implantação do Transmilênio, sistema de ônibus rápido, nenhum transporte público resolve o problema do trânsito se os carros não forem retirados das ruas. Em São Paulo para o Urban Age, conferência internacional sobre urbanismo que acabou ontem, Penãlosa, que hoje atua como consultor, falou à Folha sobre a importância de uma boa calçada e de um transporte público eficiente e disse que a cadeira de rodas é a melhor máquina de planejamento urbano.
FOLHA - O que faz uma boa cidade?
ENRIQUE PEÑALOSA - Jan Gehl [urbanista dinamarquês que defende que as cidades priorizem ciclistas e pedestres] diz que é aquela em que os moradores têm vontade de sair de casa, estar nas ruas — não no shopping. Uma cidade tem de ser boa para as pessoas mais vulneráveis: crianças, cadeirantes, idosos, pobres, ciclistas. Transporte não faz ninguém feliz, é apenas necessário, como água potável. Mas se há um parque, isso faz as pessoas felizes. O desafio é criar a cidade para as pessoas, e
não para os carros.
não para os carros.
(...)
FOLHA - O que caracteriza uma cidade avançada?
PEÑALOSA - Temos uma idéia de que progresso é ter mais pessoas usando carros, mas nas cidades mais avançadas do mundo, como Zurique, na Suíça, ou Tóquio, no Japão, as pessoas quase não usam automóvel. Uma cidade verdadeiramente avançada é aquela em que os ricos usam transporte público, caminham e vão a parques. O contrário disso é quando os ricos usam helicópteros, vão a clubes fechados, a shoppings, moram em condomínios.
(...)
FOLHA - Como fazer isso?
PEÑALOSA - Há varias maneiras de se fazer isso. O rodízio é uma delas. Nenhum transporte público do mundo acaba com os congestionamentos. A única maneira é restringir o uso de carros. Tem de haver restrições a estacionamentos, sobretudo nas ruas. Outra forma é criar uma taxa, como em Londres, ou rodízio, como em SP e Bogotá.
(...)
FOLHA – (O carro) É uma questão cultural?
PEÑALOSA - Sim. A classe média, que tem carro, só quer mais espaço para os carros. Vão do estacionamento do prédio ao estacionamento do escritório, ao estacionamento do shopping, ao estacionamento do clube e podem passar meses sem andar em um quarteirão. A única coisa que querem do governo é polícia e rodovias. Querem metrô não para usar, mas porque querem que os ônibus vão para o subsolo. Não querem que o ônibus tire o espaço dos carros.
Folha de S. Paulo, publicado em 06/12/2008.
Acesso em 28/03/2009: http://www1.folha.uol.com.br/fsp/cotidian/ff0612200834.htm
Leia o seguinte trecho:
“(...) nenhum transporte público resolve o problema do trânsito se os carros não forem retirados das ruas”.
A palavra sublinhada, “se”, sugere a idéia de:
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De acordo com a NR-1, Disposições Gerais, cabe ao empregado:
I. Cumprir as disposições legais e regulamentares sobre segurança e saúde do trabalho, inclusive a ordens de serviço expedidas pelo empregador.
II. Usar o EPI fornecido pelo empregador.
III. Submeter-se aos exames médicos previstos nas Normas Regulamentadoras – NR.
IV. Colaborar com a empresa na aplicação das Normas Regulamentadoras – NR.
Assinale a alternativa CORRETA:
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Carlos e João fazem uma aposta, em sociedade, na Mega Sena. O primeiro contribui com R$ 0,60, e o segundo com R$ 0,90. Ao conferir o resultado, observaram ter acertado a quadra, que lhes renderia R$ 430,00. A divisão do prêmio deve ser proporcional ao investimento de cada um. Qual das alternativas a seguir é a CORRETA?
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Para os fins de aplicação da Norma Regulamentadora – NR-6, considera-se EPI:
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De acordo com a NR-17 – Ergonomia, quando mulheres e trabalhadores jovens forem designados para o transporte manual de cargas:
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Leia o seguinte texto e responda a questão abaixo.
1 MILHÃO DE CARROS EM
CURITIBA
Curitiba chegará no fim deste mês a uma marca histórica: os especialistas no assunto acreditam que ainda em julho a frota da cidade passará a contar com 1 milhão de veículos. Isso levará a cidade à incrível estatística de um carro – ou moto – para cada 1,8 habitantes. Na verdade, em alguns bairros mais ricos, já existem mais veículos do que pessoas. São os casos do Centro, Batel, Alto da XV, Mossunguê, Centro Cívico e Hauer. No bairro campeão de motorização, o Rebouças, há quase três carros para cada pessoa.
(...)
“O fato de Curitiba chegar a ter 1 milhão de carros põe por terra dois símbolos da cidade”, opina Fábio Duarte, professor do mestrado em Gestão Urbana na PUCPR. “O primeiro é o da Capital Ecológica. O segundo é o do transporte coletivo eficiente”, afirma. No que diz respeito ao segundo ponto, a população parece concordar em gênero, número e grau. Quando foram perguntados sobre por que não pegavam mais ônibus, os motoristas citaram que eles são lentos, demoram a chegar e são desconfortáveis. Acima de tudo, são superlotados. Mais de 42% afirmaram que não vale a pena andar espremido na condução curitibana das 6 horas da tarde.
(...)
As soluções para o trânsito lento e para os engarrafamentos usadas no mundo inteiro são várias. E os estudiosos do tema dizem que Curitiba deveria aproveitar algumas das idéias que já estão sendo implantadas no exterior com bons resultados. A primeira, sempre, é apostar cada vez mais no transporte coletivo. O metrô, ou outro tipo de transporte de alta capacidade, se tornará necessário mais cedo ou mais tarde.
(...)
O importante, segundo quem entende do riscado, é que Curitiba acorde para a realidade do mar de carros que está tomando conta do asfalto. E pense o quanto antes em maneiras de impedir que a cidade se transforme em uma nova São Paulo, onde ao invés de andar lentamente os carros ficam várias horas sem nem mesmo andar. “Chicago, que é um símbolo de carros e arranha-céus, já está apostando num novo urbanismo, com menos motores e mais convívio humano”, diz Claudionor Beatrice. Assim como Chicago, várias outras grandes cidades do mundo caminham na mesma direção. E Curitiba, definitivamente, não deveria ficar para trás.
Gazeta do povo, publicado em 01/07/2007. Acesso em 28/03/2009:
http://portal.rpc.com.br/gazetadopovo/vidaecidadania/conteudo.phtml?tl
=1&id=674344&tit=1-milhao-de-carros-em Curitiba
Releia a seguinte parte do texto:
“O fato de Curitiba chegar a ter 1 milhão de carros põe por terra dois símbolos da cidade”, opina Fábio Duarte, professor do mestrado em Gestão Urbana na PUCPR. “O primeiro é o da Capital Ecológica. O segundo é o do transporte coletivo eficiente”, afirma. No que diz respeito ao segundo ponto, a população parece concordar em gênero, número e grau.
O trecho sublinhado se refere:
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As siglas CANPAT e PAT, citadas na NR-1 DISPOSIÇÕES GERAIS, querem dizer respectivamente:
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NUMA CIDADE AVANÇADA, RICOS USAM O
TRANSPORTE PÚBLICO
TRANSPORTE PÚBLICO
A única forma de reduzir os congestionamentos é restringir o uso do carro. Para Enrique Peñalosa, prefeito de Bogotá de 1998 a 2001 e responsável por iniciar a implantação do Transmilênio, sistema de ônibus rápido, nenhum transporte público resolve o problema do trânsito se os carros não forem retirados das ruas. Em São Paulo para o Urban Age, conferência internacional sobre urbanismo que acabou ontem, Penãlosa, que hoje atua como consultor, falou à Folha sobre a importância de uma boa calçada e de um transporte público eficiente e disse que a cadeira de rodas é a melhor máquina de planejamento urbano.
FOLHA - O que faz uma boa cidade?
ENRIQUE PEÑALOSA - Jan Gehl [urbanista dinamarquês que defende que as cidades priorizem ciclistas e pedestres] diz que é aquela em que os moradores têm vontade de sair de casa, estar nas ruas — não no shopping. Uma cidade tem de ser boa para as pessoas mais vulneráveis: crianças, cadeirantes, idosos, pobres, ciclistas. Transporte não faz ninguém feliz, é apenas necessário, como água potável. Mas se há um parque, isso faz as pessoas felizes. O desafio é criar a cidade para as pessoas, e
não para os carros.
não para os carros.
(...)
FOLHA - O que caracteriza uma cidade avançada?
PEÑALOSA - Temos uma idéia de que progresso é ter mais pessoas usando carros, mas nas cidades mais avançadas do mundo, como Zurique, na Suíça, ou Tóquio, no Japão, as pessoas quase não usam automóvel. Uma cidade verdadeiramente avançada é aquela em que os ricos usam transporte público, caminham e vão a parques. O contrário disso é quando os ricos usam helicópteros, vão a clubes fechados, a shoppings, moram em condomínios.
(...)
FOLHA - Como fazer isso?
PEÑALOSA - Há varias maneiras de se fazer isso. O rodízio é uma delas. Nenhum transporte público do mundo acaba com os congestionamentos. A única maneira é restringir o uso de carros. Tem de haver restrições a estacionamentos, sobretudo nas ruas. Outra forma é criar uma taxa, como em Londres, ou rodízio, como em SP e Bogotá.
(...)
FOLHA – (O carro) É uma questão cultural?
PEÑALOSA - Sim. A classe média, que tem carro, só quer mais espaço para os carros. Vão do estacionamento do prédio ao estacionamento do escritório, ao estacionamento do shopping, ao estacionamento do clube e podem passar meses sem andar em um quarteirão. A única coisa que querem do governo é polícia e rodovias. Querem metrô não para usar, mas porque querem que os ônibus vão para o subsolo. Não querem que o ônibus tire o espaço dos carros.
Folha de S. Paulo, publicado em 06/12/2008.
Acesso em 28/03/2009: http://www1.folha.uol.com.br/fsp/cotidian/ff0612200834.htm
A partir da leitura do trecho da entrevista, NÃO se pode concluir que:
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Os equipamentos utilizados no processamento eletrônico de dados com terminais de vídeo devem observar o seguinte:
I. Condições de mobilidade suficientes para permitir o ajuste da tela do equipamento à iluminação do ambiente, protegendo-a contra reflexos e proporcionando corretos ângulos de visibilidade ao trabalhador.
II. O teclado deve ser independente e ter mobilidade, permitindo ao trabalhador ajustá-lo de acordo com as tarefas a serem executadas.
III. A tela, o teclado e o suporte para documentos devem ser colocados de maneira que as distâncias olho-tela, olho-teclado e olho documento sejam aproximadamente iguais.
IV. Estarem posicionados em superfícies de trabalho com altura ajustável.
Assinale as alternativas CORRETAS:
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