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"O Cariri cearense é um espaço regional de exceção à semiaridez do Nordeste brasileiro. A natureza, em sua trajetória, resguardou heranças repletas de singularidades espaciais [...] As áreas de exceção à semiaridez correspondem a porções que apresentam disposição topográfica que favorece ao melhor aporte de umidade, sendo pela altitude ou pela disponibilidade hídrica e/ou pela capacidade de armazenamento de águas subterrâneas''
(GUERRA, M. D. F. Veredas da Chapada do Araripe: contexto ecogeográfico de subespaços de exceção no semiárido do Estado do Ceará, Brasil. 2020).
Com relação às características físico-naturais da Chapada do Araripe é possível afirmar que:
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"Projeções cartográficas são sistemas de coordenadas geográficas, constituídos por meridianos (semicírculo imaginário traçado de um polo da Terra a outro) paralelos (linhas imaginárias paralelas à Linha do Equador), sobre os quais pode ser representada a superfície esférica da Terra. Isso quer dizer que a superfície esférica do planeta é, portanto, planificada por meio de desenho, dando origem a um mapa. A construção desse sistema é feita mediante relações matemáticas e geométricas''.
(Disponível em: https://brasilescola.uol.com.br/geografia/projecoes-cartograficas.htm. Acesso em 28 ago. 2021).
No que tange às principais projeções cartográficas é possível afirmar que:
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"A questão agrária no Brasil é bastante complexa, pois está relacionada com a concentração fundiária, a desigualdade e a pobreza no meio rural. A atual conjuntura do campo brasileiro é resultado de um processo histórico que culminou no campo desigual"
(ROCHA e CABRAL, 2016, p. 75. Disponível em: https:/sistemas.uft.edu.br/periodicos/index.php/producaoacademica/article/view/2963. Acesso 01 ago. 2021).
No que se refere à questão agrária no Brasil, é possível afirmar:
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"No discurso institucional e em parte da literatura regional, o Nordeste surge como a "terra das secas", merecedora de atenção especial do poder público [...] A seca, divulgada nacionalmente como um grave problema, torna-se um argumento político quase irrefutável para conseguir recursos, obras e outras benesses que seriam monopolizadas pelas elites dominantes locais".
(SILVA, 2003, p. 362. Entre dois paradigmas: combate à seca e convivência com o semi-árido. Disponível em: https://www.scielo.br/j/se/a/P7t9S99gxSqYsNbSDVHLe9k?format:pdf&lang=pt, Acesso 06 ago. 2021).
A partir da leitura do texto é possível asseverar que:
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"A falta de conhecimento e de valorização da Caatinga contribuiu para uma rápida degradação da sua vegetação e solos, causando transformações significativas nas condições de vida dessa região, e, também, potencializando processos de desertificação".
(SENA, 2011, p. 8. Conheça e conserve a caatinga: o bioma caatinga. Disponível em: https:// www.acaatinga.org.br/wp-content/uploads/Conhe%C3%A7a_e_Conserve_a_Caatinga_Volume_1_O_Bioma_Caatinga.pdf. Acesso em 10 ago. 2021).
O bioma das caatingas se caracteriza, principalmente, por:
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"Devemos tratar as mudanças climáticas como uma ameaça imediata, assim como devemos tratar as crises conectadas da natureza e da perda de biodiversidade, e da poluição e do lixo, como ameaças imediatas. Conforme observado recentemente pelo IPCC e pela Plataforma de Política Científica Intergovernamental sobre Biodiversidade e Serviços Ecossistêmicos (IPBES), a mudança climática exacerba riscos já graves para a biodiversidade e para os habitats naturais e manejados" (Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA). É hora de levar a sério as mudanças climáticas. Em um planeta em aquecimento, ninguém está seguro.
Disponível em: https://www.unep.org/pt-br/noticias-e-reportagens/discurso/e-hora-de-levar-serio-mudancas-climaticas-em-um-planeta-em. Acesso em 07 set. 2021).
Com relação às mudanças climáticas é possível afirmar que:
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"A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) também anunciou a criação de uma nova bandeira tarifária, chamada bandeira tarifária 'escassez hídrica'. O novo valor da taxa extra é de R$ 14,20 pelo consumo de 100 kWh, com vigência a partir de 1º de setembro de 2021 a 30 de abril de 2022".
(CNN BRASIL - 'Há mais riscos de apagão do que de racionamento'. Disponível em https://www.cnnbrasil.com.br/business/ha-mais-riscos-de-apagao-do-que-de-racionamento-diz-ex-presidente-da-epe/. Acesso em 07 set. 2021).
O(s) principal(ais) motivo(s) que tem gerado o aumento na bandeira tarifária são:
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"Apesar do intenso intercâmbio gerado na primeira década de existência [...] o bloco perdeu posteriormente muito de seu dinamismo comercial [...] Na primeira- década de existência do Mercosul, o Brasil era o líder de um processo com dupla vocação: promover o regionalismo aberto no plano comercial e de investimento, em como ampliar a influência político-estratégica regional e internacional do país. A visão estratégica era ofensiva. O Brasil era o país hegemônico num exercício de dimensões econômico-comerciais limitadas, mas com amplo potencial de repercussão político-estratégica no nível regional"
(ABREU e FLORÊNCIO. Trajetória do MERCOSUL e mudança de paradigmas e de posições da Política Externa Brasileira: começo virtuoso e crise recente ? possíveis interpretações. 2015, p. 7. Disponível em http:/repositorio.ipea.gov.br/bitstream/11058/5330/l/td_2125.pdf. Acesso em 20 ago. 2021).
Com relação ao MERCOSUL, é possível afirmar que:
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Os processos migratórios se caracterizam por deslocamento populacional de um lugar para o outro. As migrações provocam mudanças socioespaciais nos locais de origem e de chegada dessas populações. As pessoas migram por vários motivos, mas de modo geral buscam melhores condições de vida. Elas podem ser desencadeadas por guerras, perseguição política, étnica ou religiosa, fome, desastres ambientais ou em busca de trabalho. Em 2020 esse número alcançou 281 milhões, de acordo com o Instituto Migrações e Direitos Humanos (IMDH), do Distrito Federal.
No que se refere aos movimentos migratórios ao longo da pandemia da COVID-19, no ano de 2020, é possível afirmar:
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"Um estudo da Universidade de São Paulo aponta que em 2019, antes da pandemia, a taxa de extrema pobreza no país era de 6,6%, o que representa quase 14 milhões de pessoas. A previsão é que 2021 encerre com mais de 19 milhões de pessoas nessa mesma situação, ou seja, cinco milhões a mais. É considerada família vivendo em extrema pobreza aquela com renda per capita de até R$ 89 mensais. No geral, são pessoas que vivem nas ruas ou em barracos de favela, de acordo com o governo federal".
(Disponível em: https://g1.globo.com/ba/bahia/podcast/eu-te-explico/noticia/2021/08/30/eu-te-explico-24-aumento-da-pobreza-e-da-f'ome-em-meio-a-pandemia-de-covid-19.ghtml. Acesso em 30 de ago. 2021).
Com relação às condições socioeconômicas no Brasil é possível afirmar que:
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