Em uma turma de Educação de Jovens e
Adultos (EJA), o professor de Educação Física
trabalha fundamentos da fisiologia do
exercício, conectando o estudo do corpo às
condições de vida dos estudantes.
Dois casos ilustram o debate:
▪ Um estudante mototaxista enfrenta desgaste físico, estresse e pouco tempo livre por conta da jornada intensa.
▪ Uma estudante tem jornada reduzida e mais disponibilidade para atividades físicas.
O professor usa essas situações para discutir como fadiga, recuperação e tempo livre afetam as respostas fisiológicas ao exercício e a participação nas práticas corporais. Considerando os fundamentos da fisiologia do exercício e uma perspectiva pedagógica crítico-superadora (SOARES et al., 1992), qual postura docente é mais adequada?
▪ Um estudante mototaxista enfrenta desgaste físico, estresse e pouco tempo livre por conta da jornada intensa.
▪ Uma estudante tem jornada reduzida e mais disponibilidade para atividades físicas.
O professor usa essas situações para discutir como fadiga, recuperação e tempo livre afetam as respostas fisiológicas ao exercício e a participação nas práticas corporais. Considerando os fundamentos da fisiologia do exercício e uma perspectiva pedagógica crítico-superadora (SOARES et al., 1992), qual postura docente é mais adequada?