O sigilo profissional é um dos pilares fundamentais do
Código de Ética Farmacêutica, essencial para a
construção de uma relação de confiança entre o profissional e o paciente/cliente. No entanto, existem
situações específicas nas quais a quebra do sigilo não
apenas é permitida, como pode ser um dever legal e
ético. Um farmacêutico bioquímico, ao validar um laudo,
identifica um resultado positivo para uma doença de
notificação compulsória imediata (ex: sarampo). O
profissional se vê diante do dilema entre a manutenção
do sigilo do paciente e a obrigação de comunicar o caso
às autoridades de vigilância epidemiológica. De acordo
com o Código de Ética Farmacêutica e a legislação
sanitária, a conduta correta a ser adotada é: