Um paciente com Diabetes Mellitus tipo 2, em uso de
metformina 850mg duas vezes ao dia, apresenta
hemoglobina glicada (HbA1c) de 8,5%. Ele possui
doença renal crônica com taxa de filtração glomerular
estimada (TFGe) de 40 mL/min/1,73m² e histórico de
insuficiência cardíaca com fração de ejeção reduzida.
Sobre a intensificação do tratamento farmacológico para
este paciente, analise as afirmativas a seguir:
I. A adição de uma sulfonilureia, como a glimepirida, é a estratégia mais segura e recomendada para otimizar o controle glicêmico, devido ao seu potente efeito hipoglicemiante e perfil de segurança cardiovascular.
II. A introdução de um inibidor do cotransportador de sódio-glicose 2 (iSGLT2), como a empagliflozina ou a dapagliflozina, é uma opção preferencial, pois esta classe de fármacos demonstrou reduzir desfechos de insuficiência cardíaca e progressão de doença renal em pacientes com perfil semelhante.
III. A pioglitazona deve ser considerada como uma terapia de segunda linha, pois, apesar de melhorar a sensibilidade à insulina, seu uso está associado à retenção de fluidos, o que pode exacerbar a insuficiência cardíaca.
Está correto o que se afirma em:
I. A adição de uma sulfonilureia, como a glimepirida, é a estratégia mais segura e recomendada para otimizar o controle glicêmico, devido ao seu potente efeito hipoglicemiante e perfil de segurança cardiovascular.
II. A introdução de um inibidor do cotransportador de sódio-glicose 2 (iSGLT2), como a empagliflozina ou a dapagliflozina, é uma opção preferencial, pois esta classe de fármacos demonstrou reduzir desfechos de insuficiência cardíaca e progressão de doença renal em pacientes com perfil semelhante.
III. A pioglitazona deve ser considerada como uma terapia de segunda linha, pois, apesar de melhorar a sensibilidade à insulina, seu uso está associado à retenção de fluidos, o que pode exacerbar a insuficiência cardíaca.
Está correto o que se afirma em: