Contexto: Entrevista com um engenheiro, 28 anos, sobre
a existência ou não de diferenças na fala do homem e da
mulher.
Doc. e você? como é que você descreveria a SUA fala?
InfH. eita... ((ri demonstrando nervosismo)) a minha voz é muito baixa
Doc. sua voz é baixa?
InfH. é
Doc. o que mais?
InfH. tenho uns vícios de linguagem
Doc. vícios de linguagem?
InfH. é
Doc. que vícios?
InfH. éh: ... deixe-me ver ... uma coisa que eu me / me fiscalizo muito é: Concordância ... fiscalizo demais
(Ângela Paiva Dionísio, “Análise da Conversação”. Em: Mussalim & Bentes [orgs.], 2004. Adaptado)
No trecho de entrevista apresentado, o documentador estabelece a interação com o informante predominantemente por meio de
Doc. e você? como é que você descreveria a SUA fala?
InfH. eita... ((ri demonstrando nervosismo)) a minha voz é muito baixa
Doc. sua voz é baixa?
InfH. é
Doc. o que mais?
InfH. tenho uns vícios de linguagem
Doc. vícios de linguagem?
InfH. é
Doc. que vícios?
InfH. éh: ... deixe-me ver ... uma coisa que eu me / me fiscalizo muito é: Concordância ... fiscalizo demais
(Ângela Paiva Dionísio, “Análise da Conversação”. Em: Mussalim & Bentes [orgs.], 2004. Adaptado)
No trecho de entrevista apresentado, o documentador estabelece a interação com o informante predominantemente por meio de