Menino de 2 anos e 4 meses, portador de trissomia do 21, vem para consulta de rotina. Havia perdido a consulta
anterior e, por isso, estava há quase um ano sem acompanhamento. A mãe negava queixas, e a criança atingia os
marcos de crescimento e desenvolvimento apropriados para a idade e para a trissomia 21. Alimentava-se de forma
variada e fazia natação duas vezes na semana. Traz ecocardiograma com descrição de forame oval patente e demais
parâmetros dentro da normalidade. Diante do diagnóstico e da puericultura direcionado ao paciente, sua conduta
baseada na orientação da Sociedade Brasileira de Pediatria neste momento foi a seguinte:
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