As discussões sobre poder cultural e
dominação simbólica, especialmente em Gramsci e
Foucault, deslocam a análise da coerção estatal visível
para processos difusos de produção de consentimento,
disciplinamento e normalização. Em Gramsci,
hegemonia envolve direção intelectual e moral,
articulando sociedade civil, aparelhos privados e Estado
ampliado. Em Foucault, o poder atravessa corpos,
saberes e práticas, constituindo sujeitos por meio de
dispositivos e discursos. Feminismos e ambientalismos
também disputam representações culturais, regimes de
visibilidade e significados políticos. Assinale a
alternativa plenamente compatível com esse quadro
teórico.