Durante o expediente em um órgão público, um
indivíduo dirige-se à portaria e afirma ser
“frequentador habitual” da instituição, alegando
que já é conhecido pelos servidores. Ao ser
informado da necessidade de apresentar
documento oficial para registro, recusa-se a fazêlo e afirma que a exigência é “desnecessária e
constrangedora”.
Considerando as normas de controle de acesso, os
princípios da administração pública e a postura
profissional exigida do guarda patrimonial, a
conduta mais adequada é: