CASO: Na Escola Municipal Aurora, a psicopedagoga Carolina desenvolveu uma avaliação diagnóstica em uma turma do 2º ano do
Ensino Fundamental, na qual havia três crianças com autismo. Partindo da concepção de autismo como expressão da neurodiversidade
e não como déficit a ser corrigido, ela estruturou um ambiente lúdico e acolhedor, no qual cada estudante pôde interagir com jogos
pedagógicos e expressar suas formas de comunicação e interesse.
A partir do contexto, avalie as asserções a seguir e a relação proposta entre elas.
I- A psicopedagoga contribuiu para a inclusão ao propor práticas que respeitam a singularidade dos estudantes autistas, valorizando suas potencialidades cognitivas, comunicacionais e socioemocionais.
PORQUE
II- A deficiência, compreendida em um contexto social e relacional, não é um fenômeno biomédico individual, o que implica superar barreiras estruturais e atitudinais na escola.
A respeito dessas asserções, é CORRETO afirmar que:
A partir do contexto, avalie as asserções a seguir e a relação proposta entre elas.
I- A psicopedagoga contribuiu para a inclusão ao propor práticas que respeitam a singularidade dos estudantes autistas, valorizando suas potencialidades cognitivas, comunicacionais e socioemocionais.
PORQUE
II- A deficiência, compreendida em um contexto social e relacional, não é um fenômeno biomédico individual, o que implica superar barreiras estruturais e atitudinais na escola.
A respeito dessas asserções, é CORRETO afirmar que: