Dona Maria da Silva, 78 anos, reside em uma área periférica e de difícil acesso. Viúva há 10 anos, vive sozinha em uma casa sem condições adequadas de higiene e com estrutura precária. Possui histórico de Hipertensão Arterial Sistêmica (HAS), diabetes mellitus tipo 2 e apresenta sinais de úlcera venosa na perna direita, com ferida aberta e sinais de infecção (rubor, dor e exsudato purulento). Dona Maria refere dificuldade para adquirir medicamentos e manter uma alimentação equilibrada, pois sua única renda é de um benefício, que mal cobre despesas básicas. A equipe de Estratégia de Saúde da Família (ESF) foi acionada por vizinhos preocupados com sua situação. Durante a visita domiciliar, a enfermeira identificou sinais de desnutrição, desidratação e isolamento social. Além disso, Dona Maria revelou sentimentos de tristeza, ansiedade e medo, além de relatar que não se sente acolhida em sua comunidade.
Com base no Código de Ética de Enfermagem (Resolução Cofen nº 564/2017), a conduta mais adequada do enfermeiro diante da situação de Dona Maria e o diagnóstico de enfermagem prioritário são, respectivamente:
Com base no Código de Ética de Enfermagem (Resolução Cofen nº 564/2017), a conduta mais adequada do enfermeiro diante da situação de Dona Maria e o diagnóstico de enfermagem prioritário são, respectivamente: