Amanda e Cláudia são terapeutas ocupacionais em um
hospital universitário no município de São Paulo. Ambas estão
envolvidas no atendimento do Sr. Carlos, um homem de 57
anos prestes a receber alta após um acidente vascular
encefálico isquêmico. Em uma reunião de equipe para
reavaliação do Projeto Terapêutico Singular de Sr. Carlos,
Amanda, ao retomar a história de vida do paciente, mencionou
à equipe que realizou uma avaliação ocupacional,
evidenciando a importância que a culinária tem em sua vida.
Cláudia, por sua vez, relatou que, no último atendimento,
manteve seu foco na análise da atividade de abrir latas,
enquanto auxiliava Sr. Carlos na preparação de um brigadeiro.
Um colega psicólogo, ao ouvir os dois relatos, disse que ficou
confuso, pois Amanda mencionou a realização de uma análise
ocupacional, enquanto Cláudia, uma análise de atividade.
Com base nas definições da American Occupational Therapy
Association (AOTA) presentes em “Enquadramento da Prática
da Terapia Ocupacional: Domínio & Processo” - versão
portuguesa (Gomes, Teixeira e Ribeiro, 2021), Amanda e
Cláudia poderiam explicar ao colega psicólogo o seguinte: