As práticas tradutórias em contextos poético-literários sinalizados colocam em tensão os paradigmas tradicionais da tradução textual, exigindo do tradutor-intérprete de Libras uma competência estética que articule forma, conteúdo, ritmo e performance. À luz dos trabalhos de Sutton-Spence, Perlin e Bauman, qual alternativa representa uma leitura crítica e teórica da tradução poética intermodal?