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Homem de 45 anos, com antecedente de colectomia segmentar por diverticulite complicada, refere, há vários meses, episódios recorrentes de estufamento, distensão abdominal e pirose, com melhora parcial ao uso de omeprazol.
Foi submetido à seguinte investigação ambulatorial:

• Endoscopia digestiva alta: esofagite erosiva grau D segundo a classificação de Los Angeles. Observado conteúdo de estase no estômago. Ausência de hérnia hiatal.
• pHmetria esofágica de 24 horas: índice de DeMeester = 66,2 (valor de referência < 14,7). Tempo total de exposição ácida: 18,4%. Número total de episódios de refluxo: 87, sendo 14 com duração superior a 5 minutos.
• Tomografia computadorizada de abdome com contraste oral e endovenoso: alças delgadas de fino calibre proximal ao quadrante inferior esquerdo apresentam distensão significativa, com níveis hidroaéreos e redução do calibre em segmento de íleo distal. Progressão parcial do contraste até esse ponto.

Na última semana, procurou o pronto-socorro devido à piora dos sintomas, com aumento da distensão abdominal e parada da eliminação de fezes e gases. Encontra-se afebril, em bom estado geral, sem sinais de peritonite.

Diante desse quadro, qual deve ser a conduta imediata?
 

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