Em uma escola estadual de ensino médio, uma professora
efetiva, sem ocupar cargo formal de gestão, passa a
desempenhar funções que extrapolam suas atribuições
docentes. Ela é frequentemente acionada pela direção para
mediar conflitos entre professores, orientar novos docentes,
organizar projetos pedagógicos institucionais e representar a
escola em instâncias administrativas externas. Apesar dessas
demandas, não possui poder decisório formal, não recebe
gratificação por função e tem sua autoridade constantemente
questionada, ficando exposta a cobranças contraditórias e a
uma posição institucional ambígua.
Do ponto de vista da Sociologia das organizações, o conceito que explica essa condição é:
Do ponto de vista da Sociologia das organizações, o conceito que explica essa condição é: