Um paciente com doença renal policística apresenta insuficiência renal terminal e é candidato a transplante. Com base no enunciado, a complicação associada à doença que deve ser considerada no planejamento terapêutico é:
Elevado risco de hipoglicemia pós-transplante.
Recorrência inevitável da doença policística no rim transplantado.
Baixa resposta imunológica, reduzindo necessidade de imunossupressão.
Maior predisposição a aneurismas intracranianos, exigindo investigação neurológica prévia.
Ausência de complicações extrarrenais relevantes.
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