Uma mulher de 84 anos, portadora de
insuficiência cardíaca avançada (fração de
ejeção 20%), osteoartrose grave de joelhos e
doença renal crônica estágio 4, é internada
após piora progressiva de dispneia e queda
funcional nas últimas semanas. Encontra-se
restrita ao leito há 10 dias, com dor intensa ao
movimentar os membros inferiores,
principalmente ao tentar sentar-se. Refere
perda de apetite, fadiga constante e
dificuldades para dormir devido à dor. A família
manifesta preocupação com o sofrimento da
paciente, que verbaliza medo de sentir dor e diz
não querer “ser um peso”.
No exame:
paciente consciente, porém, fatigada; dor à mobilização; força muscular global diminuída; sem delírio. Avaliação funcional indica dependência para atividades básicas. Escala numérica de dor: 8/10 em repouso, piorando com mobilização.
Diante do exposto a conduta CORRETA é:
No exame:
paciente consciente, porém, fatigada; dor à mobilização; força muscular global diminuída; sem delírio. Avaliação funcional indica dependência para atividades básicas. Escala numérica de dor: 8/10 em repouso, piorando com mobilização.
Diante do exposto a conduta CORRETA é: