A identidade surda cultural, que é construída a
partir da experiência compartilhada da surdez, da língua de
sinais e das práticas culturais da comunidade surda, é um
conceito que se contrapõe à visão patológica da surdez, mas
não possui implicações diretas nas políticas educacionais ou no
reconhecimento da Libras como direito linguístico.