De acordo com Studart (2012),
“ao longo do século XX, vimos coexistir diferentes abordagens museográficas e comunicativas que ainda são amplamente usadas nos dias de hoje: exposições onde o foco principal está no objeto e outras onde o foco principal está na interação. São comuns exposições que enfatizam ideias, mensagens e temas usando abordagens comunicativas por meio de informação textual, mediação humana (intérpretes, guias, atores), recursos audiovisuais, jogos, etc. Encontramos museus de ciência onde a ênfase é dada em aspectos históricos por meio da coleção e outros em que o foco é direcionado a aspectos educativos e/ou na divulgação da ciência e da tecnologia. Existem também aqueles em que todas essas abordagens estão presentes ao mesmo tempo”.
No século XXI, emerge a tendência nos museus de ciência de
“ao longo do século XX, vimos coexistir diferentes abordagens museográficas e comunicativas que ainda são amplamente usadas nos dias de hoje: exposições onde o foco principal está no objeto e outras onde o foco principal está na interação. São comuns exposições que enfatizam ideias, mensagens e temas usando abordagens comunicativas por meio de informação textual, mediação humana (intérpretes, guias, atores), recursos audiovisuais, jogos, etc. Encontramos museus de ciência onde a ênfase é dada em aspectos históricos por meio da coleção e outros em que o foco é direcionado a aspectos educativos e/ou na divulgação da ciência e da tecnologia. Existem também aqueles em que todas essas abordagens estão presentes ao mesmo tempo”.
No século XXI, emerge a tendência nos museus de ciência de