Uma paciente de 29 anos, previamente hígida,
desenvolve um quadro subagudo de neurite óptica no
olho direito, com dor à movimentação ocular e perda
visual significativa, que melhora parcialmente após
pulsoterapia. Dois meses depois, ela apresenta um
episódio de soluços incoercíveis e vômitos persistentes
por uma semana, sem causa gastrointestinal aparente,
associado a uma discreta fraqueza nos membros
inferiores. A ressonância magnética de neuroeixo
evidencia uma lesão captante de contraste na área
postrema do tronco cerebral e ausência de lesões
periventriculares ou justacorticais típicas de esclerose
múltipla. A análise do líquido cefalorraquidiano não
mostra bandas oligoclonais. Diante deste quadro
clínico-radiológico, a investigação sorológica mais
direcionada para confirmar a principal hipótese
diagnóstica é a pesquisa de: