Ao analisar o nascimento de uma nova anatomia política cujo
objeto e finalidade são as relações de disciplina, Foucault faz
referência a uma técnica de vigilância que visava a vigiar e
controlar os corpos, consistindo em uma edificação periférica, em
forma de anel, com uma torre no centro.
O edifício periférico seria dividido em celas, cada qual com duas
janelas, uma das quais daria para a torre. Na torre, um vigilante
vigiaria cada janela, sem ser visto. Assim, cada sujeito olhado se
converteria em objeto de informação sem nunca ser sujeito de
comunicação.
Esse dispositivo, que foi amplamente replicado em fábricas, escolas e prisões, é:
Esse dispositivo, que foi amplamente replicado em fábricas, escolas e prisões, é: