Homem de 68 anos, em tratamento crônico irregular de
hipertensão arterial sistêmica, diabetes mellitus e fibrilação
atrial, é admitido em Unidade de Pronto Atendimento (UPA)
com quadro de rebaixamento do nível de consciência e déficit
neurológico do lado esquerdo, de predomínio braquiofacial.
Segundo o acompanhante, o paciente tinha ido se deitar havia
90 minutos, sem qualquer sintoma antes de ser encontrado
com o transtorno observado. Foi levado ao hospital, onde deu
entrada 30 minutos após constatado o déficit focal. Ao exame
físico, paciente com 9 pontos na escala de coma de Glasgow
modificada, exibindo hemiparesia acentuada à esquerda, pressão
arterial de 170 x 100 mmHg em ambos os membros superiores,
com ritmo cardíaco irregular, frequência cardíaca média de 96
bpm. Não há outras alterações expressivas ao exame físico.
Glicemia capilar de 285 mg/dL; demais exames laboratoriais
não revelam anormalidades. A tomografia computadorizada de
crânio sem contraste revela área de atenuação de densidade em
cerca de 40% do território da artéria cerebral média direita, cujo
laudo é obtido cerca de 3 horas após o último momento em que
o paciente foi visto sem déficits.
O médico da unidade explica ao acompanhante que, apesar dos potenciais benefícios da terapia trombolítica em pacientes com acidente vascular encefálico isquêmico, o paciente apresenta contraindicação em função de
O médico da unidade explica ao acompanhante que, apesar dos potenciais benefícios da terapia trombolítica em pacientes com acidente vascular encefálico isquêmico, o paciente apresenta contraindicação em função de
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