Historicamente, a Educação Física brasileira foi marcada por diferentes concepções pedagógicas, entre elas as abordagens biologicista e esportivista, fortemente influenciadas por modelos higienistas, militaristas e pelo paradigma do rendimento. Essas concepções centravam-se em aspectos anatômicos, fisiológicos e de desempenho, priorizando o controle do corpo, a aptidão física e a seleção de talentos esportivos, em detrimento da formação integral do sujeito e de sua inserção critica na cultura corporal. Com uma compreensão crítica, e correto afirmar que a crítica as concepções biologicista e esportivista da Educação Física deve-se ao fato de que essas abordagens: