Asa Branca
Quando oiei a terra ardendo
Qual fogueira de São João
Eu preguntei a Deus do céu, ai
Por que tamanha judiação?
Que braseiro, que fornaia
Nem um pé de prantação
Por farta d'água perdi meu gado
Morreu de sede meu alazão
Inté mesmo a asa branca
Bateu asas do sertão
Intonce eu disse “adeus, Rosinha”
Guarda contigo meu coração
Hoje longe, muitas légua
Numa triste solidão
Espero a chuva cair de novo
Pra mim vortar pro meu sertão
Quando o verde dos teus óio
Se espaiar na prantação
Eu te asseguro não chore não, viu?
Que eu vortarei, viu?
Meu coração
Luís Gonzaga. Disponível em: http://letras.terra.com.br/luizgonzaga/ 47081. Acesso em 15/03/2012.
O Texto narra a história da:
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