Sobre as metodologias ativas e a promoção da autonomia dos estudantes, a autora Berbel (2011) afirma que
o desenvolvimento do espírito científico, do pensamento crítico e do pensamento reflexivo requerem motivações pessoais que independem do uso dessas metodologias.
possibilitam colocar em prática uma pedagogia problematizadora, que diverge e não pode ser associada aos ensinamentos de Paulo Freire.
os estudantes necessitam de informações, mas são especialmente estimulados a trabalhar com elas, elaborá-las e reelaborá-las em função do que precisam responder ou equacionar.
a intencionalidade dessas metodologias se dá na execução da tarefa, assim como seu planejamento e o estabelecimento de objetivos que emergem das relações.
cabe ao aluno organizar-se para obter o máximo de benefícios das metodologias ativas para sua própria formação, além de receber as orientações dos professores.
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