Atenção: A questão corresponde ao texto seguinte.
A tirania do qualquer um
Hoje qualquer um com um computador e um programa adequado pode editar seus próprios livros. Ou seu próprio jornal ou sua própria revista. Qualquer um pode fazer o seu próprio CD em casa. Não depende mais de nenhuma estrutura alheia − grandes impressoras, grandes estúdios ou grandes espaços − para produzir o que quiser. Mas essa nova liberdade tem a sua contrapartida tétrica: assim como qualquer um pode dispensar aindústria literária para publicar seu romancezinho ou a indústria musical para gravar a banda das crianças, qualquer um pode ter nas mãos a capacidade de destruição de um exército sem precisar ter uma nação.
A democratização da ciência e a banalização das técnicas de matar trouxeram o qualquer um para a sua eminência atual. Hoje o grande terror é ele. Vivemos sob a tirania da sua imprevisibilidade e da sua independência das grandes estruturas: o maior terror do qualquer um é que ele pode ser qualquer um.
(Adaptado de: Luis Fernando Verissimo. O mundo é bárbaro. Rio de Janeiro: Objetiva, 2008. p. 137 a 138)
Transposta para o discurso direto, a frase O autor do texto teme que as novas tecnologias, às quais ele próprio tem acesso, façam dele ou de qualquer outro uma pessoa potencialmente perigosa passará a ter a redação correta que segue: O autor do texto afirma:
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