Durante uma avaliação interna de práticas assistenciais,
foi identificado que um profissional técnico de enfermagem,
mesmo estando apto ao exercício das funções, recusou-se a
atender um usuário que apresentava quadro agudo e necessitava
de intervenção imediata, alegando não se tratar de atribuição
prioritária naquele momento. À luz do Código de Ética dos
Profissionais de Enfermagem, tal conduta configura: