É frequente a afirmação de que o Serviço Social se torna profissão quando impõe uma base técnico-científica às atividades de ajuda, à filantropia. Em outros termos, quando se processa uma tecnificação da filantropia. Esse é o foco do discurso dos pioneiros e de grande parte da literatura especializada. Como afirma Iamamoto (2004), essa é uma visão de dentro e por dentro das fronteiras do Serviço Social, como se ele fosse fruto