“Onde está pois o mal? De onde e por onde conseguiu penetrar no mundo? Qual sua raiz e sua semente? Será que não existe? E por que recear e evitarmos o que não existe? E se tememos em vão o próprio temor já é certamente um mal que atormenta e espicaça sem motivo nosso coração; e tanto mais grave quanto é certo que não há razão para temer”.
AGOSTINHO, Confissões VII, 5. São Paulo: Martin Claret, 2002.
Em relação à questão do mal em Agostinho, considerando o livro VII das Confissões, é correto afirmar: