A intervenção usando o brincar como modalidade terapêutica é comum nos casos de atendimento de crianças com deficiência grave, em que o terapeuta ocupacional usa o brinquedo como recurso para a criança manusear o objeto, para chamar sua atenção, distraí-la ou motivá-la. As crianças com sequela de paralisia cerebral têm um perfil característico. Elas brincam menos que as outras, em função de terem seu tempo monopolizado por terapias, consequentemente, elas têm menos parceiros para brincar e devido à sua deficiência dependem mais dos adultos para iniciar a brincadeira.
(Rezende, 2008, p. 38.)
Quais os critérios para implementar o brincar com as crianças com paralisia cerebral, de acordo com Besio (2002)?