A cultura hacker, frequentemente estigmatizada sob uma ótica reducionista de violação digital, e o movimento maker, associado à aprendizagem ativa e à prototipagem colaborativa, representam vetores de transformação epistêmica no campo da Educação Digital. Considerando os aportes de Pekka Himanen, Seymour Papert e Paulo Blikstein, qual alternativa expressa de forma mais densa e crítica as intersecções possíveis entre essas epistemologias e as práticas educacionais?