Texto 1
Sua doação nutre a esperança: ajude-nos a matar a fome de
quem precisa
A insegurança alimentar moderada à grave, que é quando uma pessoa tem dificuldade ou não tem acesso físico, econômico e social a alimentos de forma a satisfazer as suas necessidades, afeta hoje 61 milhões de brasileiros (30% da população). Destes, estima-se que 33,1 milhões de pessoas passam pela situação de não ter nada o que comer. Essas são informações chocantes que não podem nos paralisar, pelo contrário queremos lhe convidar a ser parte da engrenagem oposta, da engrenagem que alimenta e nutre pessoas e a nossa esperança em relação ao nosso país.
Como dissemos no mês anterior, a generosidade é o nosso motor, em um mundo onde vemos tantos problemas, a desesperança sonda e podemos acreditar que o pouco não é suficiente, mas não é verdade cada ajuda importa. Nossos projetos nasceram de conversas e trocas, daquele momento raro de parar para ouvir e ver o outro como um indivíduo repleto de história, de desejos, sonhos e habilidades.
Na HAJA pessoas estão longe de serem números e estatísticas, aqui a gente acolhe e acredita no ser humano. A gente passa a conhecer a Silvana que faz parte dos nossos projetos de profissionalização e de roda de mulheres, a gente vê a alegria do Paulinho em estudar, a gente ouve o relato emocionante de uma mãe na fila da nossa cozinha agradecendo o almoço: “Eu estava desempregada há um bom tempo e tenho um monte de criança em casa, mas graças a esse projeto eu venho almoçar todos os dias e já me ajuda bastante. (...) Não é só eu que venho almoçar aqui, mas muitas famílias e crianças.”
Aqui a gente faz a esperança renascer todo dia, até nos dias mais difíceis. Uma esperança que se materializa em projetos e construção de vida. Não há idealizações iludidas por aqui, mas muita luta, parceria e trabalho duro diário. [...]
Disponível em: https://www.haja.org.br/post/sua-doa%C3%A7%C3%A3o-nutre-a-esperan%C3%A7a-ajude-nos-a-matar-a-fome-de-quem-precisa. Acesso em 24/11/2022.
No fragmento: “mas graças a esse projeto eu venho almoçar todos os dias”, não há ocorrência de emprego de crase. Tal situação também ocorre em: