Fitoterápicos complexos enfrentam adulteração
botânica e substituições econômicas. Estratégias
robustas combinam barcoding de DNA para identidade,
cromatografia acoplada à espectrometria para perfil
químico, e marcadores bioativos para padronização.
Qual proposição traduz a combinação metodológica
mais defensável para garantir autenticidade e
consistência entre lotes?