A responsabilidade e a sustentabilidade ambiental
O surgimento das indústrias, durante a Primeira Revolução Industrial (final do século XVIII) trouxe consigo um incremento na fabricação de produtos e o progresso contínuo
da qualidade e da expectativa de vida da população. Entretanto, esse rápido desenvolvimento não levou em conta os
impactos que seriam causados ao meio ambiente, em decorrência dessas atividades industriais, desde a obtenção da matéria-prima e o uso de recursos naturais até o descarte do produto, por parte dos consumidores.
Ao longo dos séculos, constatou-se que esse modelo de
desenvolvimento deixou um rastro de destruição ambiental,
provocando a extinção de fontes não renováveis de energia,
a elevação da temperatura do planeta pelo efeito do aquecimento global e tanto a fauna quanto a flora foram seriamente
comprometidas. Não é difícil prever que o resultado desse desequilíbrio será catastrófico, colocando em risco o futuro da humanidade. Visando minimizar os efeitos desses desastres ambientais e ajudando a humanidade a evoluir, sem colocar em risco
o futuro do planeta Terra, vários dispositivos legais, normativos
e regulatórios foram criados em todo o planeta, com o objetivo
de proteger o meio ambiente.
Além disso, o desenvolvimento sustentável, antes visto como
um modelo oneroso pelas entidades, se tornou uma vantagem competitiva para as empresas que adotam rigorosas políticas
ambientais. É essencial que as empresas estabeleçam medidas de
responsabilidade ambiental, visando a preservação do meio ambiente e dos recursos naturais, reduzindo os seus impactos, com vista
ao atingimento do desenvolvimento sustentável. Algumas medidas
de responsabilidade ambiental estão presentes, no nosso dia a dia,
ainda, que muitas vezes passem despercebidos, tais como: a necessidade de economizar água e energia elétrica e de evitar colocar
o lixo em local inapropriado, além de prevalecer o uso do transporte público/coletivo, em vez de carro particular.
No que se refere à sustentabilidade ambiental das empresas, existem exemplos como a criação de programas para reciclagem de lixo e de economia de água/energia, além de campanhas para reaproveitamento de água da chuva e para utilização
da matéria-prima de empresas responsáveis com o meio ambiente, como, também, o estímulo a não poluição dos rios, afluentes e nascentes e ao investimento em medidas de economia de
recursos não renováveis. Todas essas ações pessoais e as medidas/providências empresariais adotadas/tomadas pelas sociedades em geral promovem o desenvolvimento sustentável
das empresas e visam proteger os recursos naturais. Afinal,
ao estimular e cultivar a responsabilidade e a sustentabilidade ambiental empresarial, além de promover um ambiente de negócios mais saudável, também fortalece a identidade, a posição e a marca da empresa.
Em outras palavras, as atitudes tomadas pelas empresas para reduzir os impactos ambientais proporciona o desenvolvimento sustentável e promove a responsabilidade e a educação ambiental, de forma consciente, trazendo benefícios para os empreendimentos. Nunca esquecendo que investir na questão
ambiental, trata-se de fator determinante e não um diferencial,
pois a sobrevivência do negócio dificilmente alcançará uma longevidade, sem a devida responsabilidade e a sustentabilidade
ambiental.
(Cláudio Sá Leitão e Luís Henrique Cunha. Disponível em:
https://www.diariodepernambuco.com.br/noticia/opiniao/2022/07/aresponsabilidade-e-a-sustentabilidade-ambiental.html. Acesso em:
06/07/2022. Adaptado.)
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