Uma paciente de 48 anos de idade tem esquizofrenia paranoide desde os 18 anos de idade. Faz uso de quetiapina 25 mg, duas vezes ao dia, e clonazepam 2 mg, à noite. Ela apresenta-se calma, orientada no tempo/espaço, com humor não polarizado e discurso sem alterações. Contudo, há duas semanas, tem afirmado ser amiga de infância da profissional de limpeza, relatando que as duas cresceram juntas, estudaram na mesma escola e são amigas íntimas. Mesmo explicando que essa profissional é 15 anos mais velha que ela e que isso não seria possível, a paciente tem certeza desse fato. Nesse caso, a síndrome delirante apresentada por ela é denominada síndrome