Sobre processo terapêutico de acordo com Dewald (1981):
I. Na terapia de apoio, determinados casos recebem a indicação de que seja permitido ao paciente o uso contínuo do isolamento e da evitação de afeto intenso como parte da manutenção do sistema de defesa.
II. Nas sessões iniciais o terapeuta não deve admitir que o paciente retenha aspectos do material que lhe são, conscientemente, angustiantes, perturbadores e, também, do material pré-consciente, pouco disponível, e do insconsciente, reprimido.
III. A estratégia comum na terapia de apoio é ajudar o paciente a elaborar e manifestar aqueles processos mentais que estão conscientes no momento, mas não encorajar o retorno à consciência do material inconsciente.
IV. O papel e a atividade do terapeuta são ditados pela estratégia total e pelos objetivos do tratamento, ainda que as táticas individuais sejam influenciadas pelas vicissitudes do relacionamento terapêutico específico.