Sobre o adenocarcinoma gástrico da junção esofagogástrica pode-se afirmar:
Com advento da ecoendoscopia, determinar a margem proximal do tumor tornou-se uma etapa fundamental e sem dificuldades no planejamento cirúrgico.
Para tumores classificados como Siewert I deve-se realizar apenas a linfadenectomia do mediastino inferior, além da linfadenectomia abdominal.
Cirurgia minimamente invasiva mostra-se superior a cirurgia aberta com menores complicações cardiopulmonares, menos dor pós-operatória, melhor qualidade de vida, melhor recuperação funcional e maior sobrevida global.
São pontos fundamentais no pré-operatório para avaliação e planejamento cirúrgico: drenagem linfática do tumor com a linfadenectomia correspondente, margem proximal adequada e reconstrução do trato gastrointestinal permitindo uma anastomose de boa qualidade.
A utilização do anti-PD1 (Nivolumab) e anti-HER2 (Transtuzumab) como imunoterapias foram desconsiderados no tratamento adjuvante do câncer de transição esofagogástrico pela toxicidade elevada e melhor indicação para tumores precoces.
Olá, para continuar, precisamos criar uma conta! É rápido e grátis.