Na década de 1960, alguns demógrafos afirmaram haver uma estreita relação entre desenvolvimento econômico e taxas de crescimento populacional. Esses demógrafos ficaram conhecidos como Neomalthusianos.
Observe a tabela abaixo:
| Renda ''per capta'' X Taxa de fecundidade total (2000) |
| Município |
Renda ''per capta'' (em R$) |
Taxa de fecundidade total |
| Japurá (AM) | 54,66 | 6,58 |
| Maraã (AM) | 56,7 | 6,58 |
|
Rodrigues Alves (AC) |
65,19 | 6,58 |
| Belágua (MA) | 31,93 | 6,8 |
| Anajás (PA) | 89,82 | 6,82 |
| Melgaço (PA) | 51,5 | 6,91 |
| Bagre (PA) | 59,01 | 7,28 |
| Portel (PA) | 92,26 | 7,28 |
| Pracuúba (PA) | 91,45 | 7,76 |
|
Tartarugalzinho (AP) |
89,98 | 7,79 |
Fonte: Atlas do Desenvolvimento Humano do Brasil, 2000.
Considerando-se que a renda “per capita” é um dos indicadores de desenvolvimento econômico, pode-se deduzir que, após uma análise neomalthusiana dos dados acima, em todos esses municípios: